Frescuras não faltam na preparação do Kobe Beef, considerada a carne mais famosa, suculenta e cara do mundo.

O prato é tratado como uma verdadeira iguaria japonesa.

Kobe Beef

Existe uma série de regras para que a carne seja considerada o autêntico kobe beef. O gado deve ser proveniente das montanhas da região de Hyogo, no interior do Japão, onde está a cidade de Kobe, que dá nome à carne. E todo o processo de criação do gado é especial. Só para se ter uma ideia, a alimentação do rebanho é à base de cerveja, para deixar a carne mais saborosa. O gado recebe massagens, para dispersar a gordura. Tem até música clássica e acunpultura para deixar as vaquinhas mais relaxadas…

Quando estive no Japão, não resisti à tentação e parei na cidade de Kobe para provar o “ouro negro”, como eles chamam o kobe beef. Não foi nada programado. Fazia a rota de trem de Kyoto a Hiroshima e quando vi que o trem faria uma parada na cidade de Kobe, desci rapidamente sem pensar duas vezes.

Consultei os guias Frommer’s e Lonely Planet (sim, no shinkansen, o trem bala japonês, há wifi!) e escolhi o restaurante Wakkoq, com ótimas referências. O restaurante fica a poucos passos da estação de trem ShinKobe, no terceiro andar do shopping do Hotel Ana Crowne Plaza Kobe.

Logo que cheguei no restaurante a primeira surpresa. O local estava vazio. Ou melhor, deserto. Não havia mais nenhuma alma no restaurante. A experiência me diz para fugir de restaurantes vazios, mas, diante dos elogios do Frommer’s, resolvi ficar. E olha só o que deu…

O ambiente é clássico e elegante. Todas as mesas ficam ao redor de grandes grelhas, onde são preparadas as carnes.

KobeKobe

O grande destaque é o show dado pelo Chef que prepara a carne bem em frente a cada uma das mesas. E tem todo um ritual. Primeiro ele te mostra carne, dando ênfase ao fato de a gordura estar infiltrada na carne, quase que formando desenhos. Logo em seguida, pica um pouco de alho e especiarias e já coloca a carne na grelha.

Kobe

Na sequência, o Chef começa a fatiar os legumes e por aí vai…

Kobe Kobe Kobe Kobe

Quando ele termina a preparação, o resultado impressiona pela apresentação, pela simplicidade e também pela pouca quantidade (rsrs).

É só mesmo a carne com legumes e uma saladinha. Nada de acompanhamentos robustos como risoto, pasta, batata… Fora a saladinha, só mesmo um carpaccio de salmão que servem de entrada.

KobeKobe

E o gosto? Bem, a sensação é de que a carne derrete na boca. Esse que é o grande atrativo do kobe beef foi justamente o que não gostei. Tive a sensação de estar comendo gordura… E ainda sai de lá com fome (rsrs).

É mesmo questão de gosto. E confesso que não gostei do autêntico kobe beef. Será que foi azar? Será que o kobe beef é mesmo esse sucesso que todos falam?!  Não sei dizer, só sei que a conta foi realmente dolorosa, como falam por aí. O prato individual do Kobe Beef Sirloin (contra-filé) de 250g custou 13.700 ienes, cerca de R$ 310,00.

Foi tudo tão rápido, que nem deu tempo de avisar aqui no blog. Duas semanas atrás, fomos convidados para uma press trip – viagem para jornalistas, feita a convite de uma empresa, companhia aérea ou órgão de turismo (nosso caso) – na Dinamarca, com foco na cidade de Copenhague e arredores.

Como a Anna estava de férias na Itália, tive essa “árdua” missão de ir para a Escandinávia representando o Nós no Mundo. Quem nos acompanha no Twitter e no Instagram, pôde conferir um pouco dessa aventura em tempo real.

Dinamarca

Para começar a série de publicações, darei algumas informações mais gerais sobre a viagem e dos lugares visitados. A ideia é postar o máximo de informações e fazer posts de praticamente todas as atrações, restaurantes e hotéis que conhecemos. Foram mais de 2.000 fotos e muitas anotações durante esses 5 dias de viagem, então “senta, que lá vem história”…

Dinamarca

Terra dos Vikings, da Pequena Sereia, do Patinho Feio e da poltrona Egg, a Dinamarca é uma monarquia constitucional localizada no norte da Europa. É um país moderno, que recentemente foi considerado o lugar com a população mais feliz do mundo. Também possui um dos melhores índices de qualidade de vida, segundo ranking da Organização das Nações Unidas (ONU).

A era Viking – de 1000 anos atrás – foi um capítulo importante na fundação do país, tanto que é possível ver muitas referências a esse tempo espalhadas por diversos lugares que visitamos.

Arquitetura e design também são marcas registradas de lá, com grandes nomes reconhecidos mundialmente, como Arne Jacobsen e Verner Panton.

DinamarcaDinamarca

Copenhague é a capital e, atualmente, a maior cidade da Dinamarca. Localizada no leste da ilha de Zelândia, possui um relevo praticamente todo plano, o que facilita – e muito – a locomoção utilizando bicicletas. Para ajudar, há mais de 300 km de ciclovias em perfeito estado de conservação apenas em Copenhague, à disposição de quem quiser usá-las.

Nos últimos anos, Copenhague vem vivendo uma verdadeira explosão de novos restaurantes, principalmente aqueles especializados na Nova Cozinha Nórdica. Entre eles, está o renomado NOMA, considerado por 3 anos consecutivos o melhor restaurante do mundo e que ocupa atualmente a segunda posição do ranking.

DinamarcaDinamarcaDinamarca

E o que fazer por lá? Veja alguns dos lugares que visitamos e experiências que tivemos ao longo desses 5 dias na Dinamarca:

Dinamarca

Tivoli Garden/Park: existe desde 1834 e foi a fonte de inspiração para o Walt Disney criar a Walt Disney World, em Orlando. Abre na primavera, verão, halloween e Natal.

Castelo de Rosenborg: abriga uma coleção enorme de itens da monarquia dinamarquesa e vários tesouros da coroa.

Dinamarca

Bella Sky: é muito mais do que o maior hotel design da Dinamarca. É um complexo que possui vários restaurantes, bares, tem o maior centro de convenções de Copenhague, realiza ações de sustentabilidade, sociais, entre outros. Tudo isso sem abrir mão da beleza e modernidade.

Dinamarca

Heather Nissen, representante do Visit Denmark e Chef Anker Sorensen no Toverhallerne

Dinamarca

Aula de culinária e Toverhallerne: o Toverhallerne é uma espécie de mercado de alimentos de Copenhague. Tivemos a sorte de encontrar o Chef Anker Sorensen e fomos para a casa dele ter uma aula de culinária para aprender pratos da Nova Cozinha Nórdica. Sem duvida, uma das melhores experiências da viagem.

Dinamarca

Castelo de Frederiksborg: o maior palácio da Dinamarca e uma das mais belas construções do país. O castelo está localizado no norte da ilha Zelândia.

Museu de Arte Moderna Lousiana: em uma bela propriedade com um grande jardim, esculturas ao ar livre e diversas exposições – como a da Yoko Ono, que está exposta atualmente. Este museu a beira-mar lembra muito o estilo do brasileiríssimo Inhotim.

Dinamarca

Catedral de Roskilde: considerada a igreja mais importante do país, mais de 20 reis e rainhas se casaram nesta catedral. Além disso, boa parte da monarquia dinamarquesa – e pessoas de alto poder aquisitivo dos séculos passados – também foi sepultada ali.

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Museu de barcos Viking: com cinco barcos resgatados do fundo do mar, que datam da era Viking, esse museu constrói réplicas e permite que os visitantes conheçam todo o processo de fabricação, além de oferecer passeios até os fiordes a bordo dos barcos construídos no museu.

E isso foi só uma pequena introdução do que vivemos e que vamos trazer para vocês em breve. Aguardem! :)

Informações úteis:

Idioma: dinamarquês, mas praticamente todo mundo fala inglês fluentemente;

Moeda: coroa dinamarquesa;

Visto: funciona como e todos os países membros do espaço Schengen, o visto é concedido na imigração do aeroporto de entrada na Europa.

Saúde: assim como os demais países membros do espaco Schengen, o seguro saúde é obrigatório e precisa de uma cobertura de pelo menos 30.000 euros.

 

Diego Paiva viajou para a Dinamarca a convite do Visit Denmark.

Há quem duvide, mas juro que nas minhas últimas viagens (nacionais e internacionais) praticamente só tenho viajado com uma mala pequena.

E quando digo pequena, é pequena mesmo. É aquela mala tamanho “P” que atende às dimensões de bagagem de mão. Foi assim para a Colômbia, Argentina, México, Espanha, Itália e até mesmo lá para o outro lado do mundo, quando desembarquei no Japão e na Rússia.

Nada de ficar na fila para despachar a mala ou ficar na esteira esperando a mala aparecer. Além da economia de tempo e do risco zero de extravio de bagagem, fica muito mais fácil fazer deslocamentos de ônibus, trem ou mesmo a pé com pouca bagagem.

Como conseguir essa façanha? A resposta não poderia ser mais óbvia: levando pouca coisa. O difícil é identificar o que realmente é importante na hora de arrumar a mala.

Veja aqui as nossas dicas para viajar leve:

1) Escolha uma mala leve

Escolher uma boa mala ou mochila faz toda a diferença. Imagine viajar com uma mala que vazia já pesa 4 ou 5 kg. Desse jeito, só mesmo um milagre para conseguir ficar dentro do limite internacional de 10 kg de bagagem de mão. Manter o limite de 5kg para voos domésticos então, impossível.

Para mim, mala bola é uma mala leve, com quatro rodinhas, de material resistente e que abra para os dois lados. Depois de muito procurar no mercado, a minha eleita foi a mala Salsa Air Mala de Bordo da marca alemã Rimowa.

Arrumando a mala

A mala tamanho “P” pesa menos de 2kg. Foi a mala mais leve de todas que encontrei. Ela é feita de policarbonato e, segundo o fabricante, não arranha. A única desvantagem é não ter fecho extensor.

2) De olho na previsão do tempo

Antes de pensar nas roupas, sempre verifique a previsão do tempo. Como o tempo anda meio doido ultimamente, leve sempre um short, uma pashimina e um agasalho leve. Sempre é melhor prevenir do que remediar….

3) Separe tudo o que pretende levar e depois elimine o supérfluo

O próximo passo é colocar tudo o que pretende levar na mala em cima da cama. Assim, é possível ter uma visão geral. Depois pense bem, experimente e elimine tudo que é supérfluo.

Arrumando a mala

Para conseguir viajar leve, o ideal é que você elimine de 1/3 a 1/2 das peças que você separou inicialmente.

É difícil, eu sei! Mas desapega que funciona!

4) Pense nos looks antes de empacotar tudo

Gastar um tempo pensando o que levar – até experimentando as combinações – é essencial. Fazendo isso, você acaba eliminando com mais facilidade o que não é realmente necessário.

Evite montar looks completos e fechados. Opte por peças que combinem entre si.
Uma dica é começar pelos sapatos. Leve três, ou no máximo quatro calçados. A partir daí, selecione o restante dos itens.

5) Se amassa, se aperta, se não combina com tudo, não leve!

Evite peças volumosas e que amassem. Levar um ferro de passar – ainda que seja daqueles pequenos – só faz a mala crescer. O ideal são tecidos como malha e seda.

Outra dica é levar peças que você utiliza no dia-a-dia. Nada de tentar levar alguma blusinha que está encalhada no guarda roupa há meses. A chance de dar errado é enorme.

Na hora de colocar tudo na mala, organize direitinho (faça rolinhos com as roupas) que sempre cabe tudo…

Arrumando a mala

6) Viva a lavanderia!

Repetir roupas não é pecado. Calcule que uma peça deve ser utilizada de duas a três vezes.

Quando precisar, lave as roupas no banheiro do hotel ou procure uma lavanderia. A maioria dos hotéis oferece serviços de lavanderia, seja no Brasil ou no exterior. No caso de aluguel de apartamento para temporada no exterior, a chance de ter máquina de lavar e passar roupa no apartamento é enorme.

Arrumando as malas

Lavadora e secadora no apartamento que aluguei em Amsterdam

7) De olho na nécessarie

Nada de levar aqueles potes enormes de shampoo, condicionador e cremes. A melhor nécessarie é aquela que tem tudo – ou quase tudo – e ainda assim é compacta. Se a nécessarie for transparente, melhor ainda. Facilita bastante na hora de encontrar o que procura.

A sugestão é comprar embalagens travel size vendidas em farmácias e casas de comésticos onde você pode colocar seus produtos. Outra ideia é utilizar os amenities de hotel ou comprar comésticos vendidos em tamanho travel size. As linhas travel size da L’Occitane e da Kiehl’s, por exemplo, são ótimas.

Arrumando a mala

8) Cadê a bolsa?

Depois de arrumar a mala, é a vez da bolsa a tiracolo grande ou da mochila. É aí que irão os itens de mão, como um casaquinho, um livro, um ipad, uma escova de dente e um daqueles travesseiros infláveis.

Seja mais uma vez prático. Se, por exemplo, for viajar para a praia, leve uma bolsa que sirva como bolsa e sacola de praia. Se for ficar na cidade, uma bolsa leve e com alça longa é uma ótima opção.

9) E as compras, coloco aonde?

Outra vantagem de levar mala pequena é não ter espaço para muitas compras. Mais uma economia! rsrs

De qualquer forma, como ninguém é de ferro e uma lembrancinha – pequena – é sempre bem-vinda, a dica é levar uma sacola dobrada e, no final da viagem, quando nada estiver mais cabendo, você ganha mais bolsa com um tamanho razoável. A minha escolha é a sacola de lona da marca francesa Longchamp. Ela tem um tecido resistente e pode até ser despachada.

Arrumando a malaArrumando a mala

10) A experiência faz o bom viajante

Se você é daquela (ou daquele, afinal já vi muitos homens que carregam mais tralha do que as mulheres…) que carrega sempre 6 pares de sapatos para uma viagem de uma semana, saiba que não é do dia para a noite que você conseguirá viajar só com uma malinha de mão.

Não tem mágica! É a experiência que faz o bom viajante. Comece diminuindo a bagagem aos poucos.

Só viajando para aprender o que funciona e o que não funciona. Só viajando para aprender o que é necessário e o que nem vai sair da mala. Só viajando para aprender que ninguém vai ligar se você está com a mesma blusa ou com o mesmo sapato. Enfim, só viajando para entender que com pouca bagagem você tem mais disposição e ainda economiza mais. Economiza com o excesso de bagagem e economiza escolhendo meios de transportes mais baratos.

E então, dá para encarar?

Neste último domingo, dia 22/09/2013, aconteceu a segunda edição do Gastronômade Brasil na Capital Federal. Como adoramos a primeira edição, estivemos lá para conferir e contar tudo sobre esse evento delicioso (literalmente) aqui no blog.

Conforme vocês viram no post “Gastronômade Brasil: um banquete ao ar livre”, que a Anna escreveu quando participou da primeira edição do evento, a fórmula: mesa impecável com toalha branca + cenário bucólico + almoço sofisticado elaborado por um Chef famoso, se repetiu. A diferença? Novo menu e novo local (honrando o nome do evento), mas com a mesma qualidade e serviço da primeira vez.

Usando o Clube de Golfe de Brasília como cenário, os participantes da etapa DF do Gastronômade Brasil puderam apreciar uma das melhores vistas para o Lago Paranoá, Ponte JK e ver o espetáculo que é o céu de Brasília no período de estiagem. O Chef convidado foi novamente o William Chen Yen, devido ao sucesso da primeira etapa e comprometimento com o evento.

Já na recepção dos participantes, estavam montadas duas mesas onde eram servidos os canapés de boas-vindas: bruschetta de beiju com mousse de gorgonzola e pêra, canapé de tapenade (azeitona preta, alcaparra e anchova) com esfera natural de tomate-cereja (que possuía um efeito “bubbaloo”, estourando na boca) e flor de sal, rotulade de abobrinha com ricota, castanhas e pó de bacon, harmonizados com o refrescante espumante Villaggio Grando Brut Rosé 2012.

Sob a sombra de uma árvore, todos já estavam no clima de descontração e muita troca de experiências que o Gastronômade proporciona. Ao fundo, a grande mesa com toalhas brancas se destacava no verde do campo de golfe. Enquanto os participantes aguardavam a liberação da mesa, carrinhos elétricos estavam à disposição de quem quisesse fazer um tour pela propriedade. Assim que todos os convidados voltaram, era hora de se dirigir para a grande mesa a céu aberto.

A entrada foi um carpaccio de anchova negra, vinagrete de limão siciliano, mini crouton, mini alcaparras, gotas de framboesa, endro e flor de sal CIMSAL. Para harmonizar, um vinho Villaggio Grando Sauvignon Blanc 2012.

O primeiro prato foi muito interessante, pois o Chef brincou com as texturas: espuma de batata, ovo perfeito (ovo cozido por 1:30h em que a gema fica cremosa, mas não escorre) e manteiga de trufas brancas. Denominado de très classique, o prato foi harmonizado com o mesmo vinho da entrada, o Villaggio Grando Sauvignon Blanc 2012.

Entre um prato e outro, os fornecedores passavam pela mesa explicando sobre os seus produtos, a escolha dos vinhos para harmonização, a qualidade da água servida e o chocolate artesanal que seria utilizado na sobremesa. Enquanto isso, novas amizades se formavam entre os participantes conforme o tempo passava e a conversa fluía.

O segundo prato foi um mignon de sal, molho rôti (molho marrom, feito de costela), emulsão de pimenta biquinho (molho laranja) e espaguete de palmito pupunha. Meu preferido! Estava delicioso e o espaguete de palmito surpreendeu. A combinação com os molhos ficou sensacional. Destaque para a pimenta “bunda de velho”, que decorava o prato e sem querer veio parar um pedaço na minha boca. Precisei de quase 3 garrafas de água para amenizar o “estrago”, rsrs! A harmonização ficou por conta do Villaggio Grando Innominabile Lote IV, que arrancou elogios de toda a mesa.

Enquanto a sobremesa era finalizada, uma lavanda preparada com chá de gengibre e capim-limão passava para perfumar a mesa.

A sobremesa foi um fondant de chocolate Prawer com priprioca (aquela raiz amazônica muito utilizada em cosméticos), sopa fria de cítricos, merengue, supremo de laranja e crisp de harumaki com canela. Para harmonizar, o excelente Villaggio Grando Colheita Tardia.

Assim que os participantes terminaram a sobremesa, o Chef William Chen Yen foi até a mesa explicar a escolha do cardápio e preparação de cada prato. Bem humorado e acessível todo o tempo, o Chef tirou fotos com a equipe e participantes.

Sem dúvidas foi uma tarde inesquecível, pois a união de todos os fatores como o ambiente, as pessoas, os pratos e as conversas, permitiu levar o que seria apenas um almoço ao ar livre, a uma experiência gastronômica inigualável. Nem preciso dizer que já estamos à espera dos próximos eventos aqui na capital!

Informações úteis:

Gostou da experiência e quer participar? Corre que ainda dá tempo de desfrutar de momentos como esse nas etapas do Paraná (28/09), Rio Grande do Sul (29/09), Santa Catarina (05/10) e São Paulo (06/10).

Se você é do Rio de Janeiro (aconteceu dia 15/09) ou de Brasília e não quer perder os próximos eventos na cidade, salve nos seus favoritos o link da página inicial do Gastronômade Brasil. Pelo que conversei com a Renata (organizadora), ano que vem tem *muito* mais e em Estados que ainda não tiveram nenhum evento! Fique de olho!

Queremos deixar registrado o agradecimento à Renata Runge, organizadora do evento e toda a sua equipe pelo convite para participar desta tarde incrível. Sucesso e longa vida ao Gastronômade Brasil!

Começou a contagem regressiva para a próxima viagem! Já estamos de malas prontas e o destino da vez é a Itália!

É claro que vamos visitar o Papa e dar espiadinha no Davi de Michelângelo, mas também estamos apostamos em programações não tão óbvias.

Começamos o nosso roteiro com um descanso merecido na Sicília, uma ilha banhada pelo Mar Mediterrâneo que já foi invadida por gregos, romanos, normandos, árabes e espanhóis. Entre os destaques do passeio estão as ruínas gregas a beira mar, as belas praias e o vulcão Etna, que é o mais alto e mais ativo da Europa.

ItaliaItalia

Fotos: Reprodução

Depois, seguimos do sul ao norte, com uma parada estratégica em Cinque Terre, um trecho de mar e montanha considerado uma das regiões mais bonitas do país.

Italia

Foto: Reprodução

Como não podíamos deixar a Toscana de fora da programação, optamos por ficar hospedados em um vínicola localizada em uma área bucólica perto de Montalcino para tomar muitos “Brunellos”.

Para terminar, Roma. Afinal, todos os caminhos levam à capital italiana… Depois conto como em detalhes como foi a experiência de alugar um apartamento no Trastevere, um bairro boêmio, imperdível para quem quer se sentir como um autêntico romano.

Siga acompanhando o blog e o nosso instagram para ver as notícias quentinhas da viagem. E se tiver dicas, mande pra gente!!!

Quem escreve o post de hoje é a amiga Solange Lara. Ela viajou comigo para a Rússia e levou na bagagem um arsenal de produtos para pés. Confesso que não conhecia a maioria dos itens e me surpreendi com o resultado. No final da viagem, quando meus pés já não suportavam mais o tênis, foi providencial ter um micropore e curativos para evitar as indesejáveis bolhas nos pés. Obrigada Solange por compartilhar comigo e com o Nós no Mundo as suas dicas!

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“Tenho me esforçado para viajar com malas pequenas. Por conta disso, faço de tudo para só levar três pares de sapatos: um tênis, uma sapatilha e um modelo variável, que pode ser uma sandália de salto ou uma bota, a depender da ocasião.

É o tênis que arca com a responsabilidade das horas e horas de caminhada, seja durante o dia ou mesmo à noite. Para não ter problemas, levo sempre um tênis que já tenha caminhado kilômetros antes da viagem e que tenha bastante intimidade com meu pé. Prefiro até um tênis com número maior do que o meu habitual, para usar meias grossas e macias.

Mesmo tomando cuidado com a escolha dos sapatos, levo sempre as minhas “armas secretas”. Quem caminha demais durante as viagens está sempre sujeito a uma dorzinha, um calo, uma ameaça de bolha…. E pode acreditar, funciona!

Veja aqui os itens do meu kit de sobrevivência para os pés. Afinal, ninguém merece andar mancando mundo afora…

1) Micropore

É um esparatrapo de textura mais fina. É ideal para usar naquelas áreas que sofrem mais atrito com o calçado. Com ele é possível improvisar qualquer tipo de curativo, basta usar a criatividade. Por exemplo, se o dedo estiver começando a doer, não perca tempo e enrole-o com o micropore para ganhar mais conforto. Recomendo o micropore transparante, por ser o mais discreto.

Cuidados com os pés

Foto: Reprodução

2) Barra protetora para pés

É uma barra hidratante e protetora para pés, que ela evita o atrito do calçado. A embalagem parece um batom ou uma cola em bastão. É prático, fácil de usar e não é grudento. Dá para levar na bolsa e aplicar sempre que os pés começarem a incomodar. O produto não faz milagre, mas ajuda um bocado.

Cuidados com os pés

Foto: Reprodução

3) Anel de silicone para calos

São uma espécie de canudinhos de silicone (tem de látex também) indicados para alivar a dor e prevenir calos. Basta “vestir” os canudinhos nos dedos para ganhar um conforto a mais quando os dedinhos já estiverem pedindo socorro.

Cuidados com os pés

Foto: Reprodução

3) Protetores para calos

Para aliar as dores dos calos, os protetores de látex são ótimos. Parecem uma almofadinha. Podem ser usadas na sola ou no peito dos pés.

Cuidados com os pés

Foto: Reprodução

4) Desodorante para pés

Pé cheirosinho é sempre bom. Então capriche nos desodorantes para os pés. Opções no mercado é o que não faltam.

Cuidados com os pés

Foto: Reprodução

5) Hidratante para os pés com cânfora

Uma boa massagem nos pés alivia o stress e faz milagres. Se o hidratante tiver cânfora, melhor ainda. A cânfora tem propriedades sedativa e analgésica. Ativa a circulação sangüínea e evita os pés cansados.

Cuidado com os pés

Foto: Reprodução

6) Curativo para bolhas

Se nada funcionou e bolhas apareceram, o jeito é apelar para os curativos específicos. Esses curativos protegem e ajudam a cicatrizar as bolhas.

Cuidados com os pés

Foto: Reprodução

 

E você, tem mais dicas? Então compartilhe conosco pela caixa de comentários. :D