O Rio de Janeiro é uma das cidades brasileiras com maior oferta de meios de hospedagem, com locais para todos os bolsos e estilo. Na última década, vimos muitos hotéis perderem público para os – até então chamados – albergues da juventude.

Contemporâneo Hostel - Rio de Janeiro

Com o passar do tempo, os proprietários dos albergues da juventude perceberam que o público alvo havia mudado, e então aderiram à nomenclatura utilizada no exterior, os famosos hostels.

Com a mudança de público, os donos dos hostels partiram para a modernização dos espaços para atender esses novos hóspedes, mais exigentes e que procuravam mais conforto. Foi aí que chegamos aos hostels boutique, onde a prioridade é o conforto do viajante, mesclado com decoração única e moderna.

Contemporâneo Hostel - Rio de Janeiro

Com esse conceito de hostel boutique, o Contemporâneo Hostel foi inaugurado há pouco mais de um ano, no coração de Botafogo, em um casarão do inicio do século passado inteiramente reformado, aliando a modernidade das conveniências oferecidas, com os traços que valorizam a história e a cultura do bairro e da cidade.

Contemporâneo Hostel - Rio de JaneiroContemporâneo Hostel - Rio de Janeiro

Contemporâneo Hostel - Rio de Janeiro

O projeto do hostel é do arquiteto e artista plástico Alessandro Sartore, que buscou preservar a história do lugar e trazer as inovações para o ambiente tradicional dos hostels. O legal é que o arquiteto soube explorar todas as características da casa. O pé direito alto, por exemplo, ganhou três camas no estilo beliche, sem diminuir o espaço entre elas. (Se tiver medo de altura, recomendo reservar uma cama baixa).

Contemporâneo Hostel - Rio de JaneiroContemporâneo Hostel - Rio de Janeiro

Nos quartos coletivos, um diferencial são os varais onde os hospedes podem pendurar a sua roupa e toalha de banho. Isso evita que os ambientes fiquem bagunçados. Nestes quartos também estão disponíveis luz de leitura individual, tomada, porta-objetos, armário e ar condicionado – que são ligados todos os dias por volta das 22h e desligados no dia seguinte às 08h.

Contemporâneo Hostel - Rio de Janeiro

Além dos quartos coletivos, são disponibilizadas suítes no último andar do Contemporâneo Hostel. Essas suítes são como os quartos de hotel, onde há uma cama ampla, TV com canais por assinatura, ar condicionado e banheiro privativo. Elas mantêm a mesma decoração dos demais ambientes, priorizando o uso de cores vivas que ajudam bastante na iluminação do quarto.

Contemporâneo Hostel - Rio de Janeiro

Para uso coletivo, há uma cozinha moderna e equipada com todos os utensílios. Há também uma sala de vídeo com um amplo sofá e na área externa, um bar onde pela manhã é servido o café da manhã a todos os hóspedes. As áreas comuns costumam receber exposições de alguns artistas da cidade, onde expõem os seus trabalhos para os clientes e frequentadores.

Contemporâneo Hostel - Rio de Janeiro

Contemporâneo Hostel - Rio de JaneiroContemporâneo Hostel - Rio de Janeiro

 

Contemporâneo Hostel - Rio de Janeiro

Gostei da experiência de me hospedar em um hostel no Rio, principalmente pela ótima localização, perto de restaurantes, do Botafogo Praia Shopping e estação do metrô, além do conforto, mesmo nos quartos compartilhados – fiquei em um quarto para 4 pessoas. O atendimento foi outro diferencial, pois em todos os momentos o pessoal da recepção e organização do espaço foram de grande simpatia.

Contemporâneo Hostel - Rio de JaneiroContemporâneo Hostel - Rio de Janeiro

 

 

 

 

 

Contemporâneo Hostel - Rio de Janeiro

A parte negativa fica por conta do isolamento acústico, principalmente para os quartos do térreo, onde fiquei. Quando estive hospedado, um grupo de indianos ficou conversando – eles falavam bem alto – no bar, perto da recepção e foi o suficiente para me manter acordado até às 2h… Para quem tem o sono leve, ou dificuldade de dormir com barulho, é importante levar um tampão de ouvido – principalmente aos finais de semana, quando há festa no bar. Outro ponto negativo é a localização dos banheiros coletivos. Apesar de serem funcionais e permitirem o uso de até nove pessoas simultaneamente, podem ficar num andar diferente do que você está hospedado – o masculino fica no térreo e o feminino no primeiro andar.

Contemporâneo Hostel - Rio de JaneiroContemporâneo Hostel - Rio de Janeiro

Se você curtiu o lugar e os pontos negativos citados acima não são problemas para você, tenho certeza que vai gostar muito do Contemporâneo Hostel. Passou a ser a minha indicação de hospedagem no Rio de Janeiro, quando alguém precisar de hostel na cidade.

Contemporâneo Hostel - Rio de Janeiro

Informações úteis:

Contemporâneo Hostel
Rua Bambina, 158, Botafogo – Rio de Janeiro
Telefone: (21) 3495-1027
Diárias entre R$50 e R$790, a depender do tipo de quarto e da temporada / feriados.
Todas as diárias incluem café da manhã e roupa de cama.
www.contemporaneohostel.com.br

 

Diego Paiva se hospedou em Dezembro de 2013, a convite do Contemporâneo Hostel.

Cinque Terre é considerada uma das regiões mais belas da Riveira italiana.

Vernazza

O trecho de 18km de mar, montanhas e muito verde, situado na costa da Líguria entre as cidades de Pisa e Gênova, abriga cinco belíssimas vilas de casinhas coloridas, conhecidas como Cinque Terre, que, numa tradução literal, significa “cinco terras”.

Cinque Terre

Monterosso, Vernazza, Corniglia, Manarola e Riomaggiore: é difícil escolher qual delas é a mais interessante e bonita…

Monterosso

É a maior e mais movimentada das cinco vilas. É também a única vila onde é possível ficar à beira mar e alugar um guarda-sol para curtir o dia de praia. A praia é de pedra (e não de areia), mas ainda assim dá para curtir bastante.

MonterossoCinque TerreMonterosso

Além do visual incrível, há vários restaurantes bacanas e muitas lojas para comprar lembrancinhas. A desvantagem é o grande número de turistas que transitam por lá…

Monterosso

Vernazza

É uma das vilas mais charmosas.

Cinque Terre Cinque TerreCinque Terre

Foi em Vernazza onde decidimos nos hospedar. Como a disponibilidade de hotéis nas “terres” não é muito grande (à excecão de Monterosso), optamos por alugar um apartamento, ou melhor, um quarto com banheiro (já que não tinha nem sala nem cozinha, kkkk). Era tudo bem compacto, mas a varanda tinha uma senhora vista. O café da manhã era simplesmente assim:

Vernazza

Aproveitamos que a rota cênica de Vernazza até Corniglia estava aberta e fomos caminhando de uma cidade à outra. A vista é sen-sa-ci-o-nal!

Cinque Terre

Corniglia

Apesar de ser a única das vilas que não tem acesso direto ao mar, tem todo um charme especial.

Cinque Terre

A praça é o ponto central de tudo. Como o número de turistas em Corniglia costuma ser menor do que o das outras vilas, aproveite para apreciar a vista dos mirantes com tranquilidade, perca-se sem rumo pelas ruelas e depois sente para descansar ou prosear com um local em uma das diversas trattorias.

CornigliaCinque Terre

Manarola

É, na minha opinião, a mais fotogênica das cinco, se é que isso é possível… A vista da marina da cidade é de tirar o fôlego!

Cinque TerreCinque TerreCinque Terre

Fica a dica: os restaurantes de frutos do mar são altamente recomendáveis. Se der, prove algum prato com molho pesto, que é típico da região.

Riomaggiore

Prepare-se para subir e descer as ladeiras. Ali, as roupas penduradas nos varais e as barraquinhas vendendo frutas chamam logo a atenção. Foi o povoado que nos agradou menos, mas ainda assim tem o seu charme…

RiomaggioreCinque Terre

E então: é difícil ou não é escolher uma “terre” preferida?

Quem acompanha o Nós no Mundo sabe como gostamos de comer bem e de participar de experiências únicas. É por isso que somos fãs do Gastronômade.

A proposta do Gastronômade é combinar alta gastronomia com cenários ao ar livre em locais inusitados.

Gastronômade

Para deixar tudo ainda mais interessante e único, durante o evento, agricultores e produtores locais responsáveis pelo fornecimento dos ingredientes do menu sentam-se lado a lado com o convidados para saborear os pratos produzidos pelos Chefs convidados.

GastronômadeGastronômade Gastronômade

O Gastronômade está em sua terceira edição e já tem datas marcadas para os Estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Santa Catarina e Paraná, além do Distrito Federal, no período de 22 de março a 06 de abril de 2014.

Se você ficou com água na boca, aproveite para adquirir os ingressos que já estão à venda pelo site http://www.gastronomadebrasil.com .

E o melhor: os leitores do Nós no Mundo têm desconto na compra de ingresso para a etapa do Distrito Federal, que ocorrerá no dia 29 de março. Basta inserir o código promocional DF2014 durante a compra on line.

Gastronômade

Se você curte hospedagens inusitadas, aqui está uma que não pode faltar no seu currículo: hospedagem em um Templo Budista no Japão.

Templo budista Shojoshin-inTemplo budista Shojoshin-in

Foto: Arquivo pessoal. Templo Shojoshin-in

Por que? Só em um autêntico templo zen budista japonês você pode experimentar meditar com os monges, participar de cerimônias budistas, dormir em um tatame, tomar banho ao estilo japonês tradicional e ainda comer comida vegetariana que você não faz a menor ideia do que seja.

Esse tipo de hospedagem é chamada no Japão de shukubó. E a cidade de Koyasan, ao sul de Osaka, é especialista neste tipo de hospedagem. São mais de 50 templos que recebem turistas japoneses e estrangeiros.

Como funciona?

Monte Koya, onde fica a cidade de Koyasan, é considerada pelos japoneses uma montanha sagrada. Lá é um famoso lugar de peregrinação e abriga o cemitério mais famoso do Japão, o Oku-no-Em, onde está o mausoléu de Kobo Daishi, fundador da seita budista Shingon.

Os diversos templos da cidade receberem os turistas em peregrinação, ou simplesmente turistas curiosos. Em geral, oferecem hospedagem com duas refeições incluídas. Os preços variam conforme o templo escolhido, o tipo de quarto e a época do ano. O custo médio é de 9.500 ienes por pessoa, cerca de R$ 220.

Não espere tratamento de hotel. É o hóspede que deve se adaptar às regras do templo, e não o contrário. Por isso, tenha em mente que os horários de check in/check out não serão muito flexíveis. Saiba também que há horário rígido de fechamento dos portões do templo à noite e que não é permitido fazer barulho.

Por outro lado, você terá oportunidade que conhecer melhor a cultura japonesa e apreciar os belos jardins japoneses e as estruturas de madeira dos templos. Além disso, os hóspedes podem participar das orações matinais que ocorrem logo no início da manhã.

Templo Budista no Japão

Um detalhe importante: a maioria dos monges não fala inglês. Falam, no máximo, as palavras mais básicas. O jeito é mesmo fazer mímica. Ou melhor, faça o mesmo o que as demais pessoas estão fazendo. Assim, a chance de erra é mínima… Felizmente, no quarto do templo onde fiquei hospedada havia um manual em inglês com as instruções básicas.

Templo Budista no Japão Templo Budista no Japão

Como escolher o seu templo?

Como as opções de templos são muitas, utilizei o site Japanese Guest House para escolher o templo e efetuar a reserva.

As informações do site estão em inglês, com direito a fotos dos templos e reviews feitas pelos próprios hóspedes. Depois de feita a reserva, eles mandam um email contendo todos os detalhes da hospedagem, além de informações importantes como o horário de check in e check out, e como chegar até o templo.

O pagamento é feito diretamente no templo. E, na maioria dos casos, somente em dinheiro. Contudo, é necessário apresentar um cartão de crédito para garantir a reserva pelo site.

Como chegar?

Parti de Kyoto rumo a Koyasan de trem. Foi tranquilo, mas as baldeações de trem tornam a viagem de menos de 3h um pouco cansativa.

Saindo da Kyoto Station, pegue um trem para Osaka. Uma observação importante: não cometa o mesmo erro que eu. Não desça na estação Shin-Osaka. Os nomes são parecidos, mas Osaka e Shin-Osaka são duas estações distintas.

Chegando na estação Osaka, pegue um trem da linha JR Kansai Airport Rapid Service para Shin-Imamiya. Se você tiver o Japan Rail Pass, esses trechos já estarão incluídos. É fácil identificar os trens, pois nos letreiros há identificações em inglês.

Templo budista Shojoshin-in

Ao chegar na estação Shin-Imamiya, é necessário comprar o ticket de trem até Koyasan, pois não está incluso no Japan Rail Pass. Com o ticket em mãos, é só pegar a linha Nankai Koya Line com destino à Gokurakubashi Terminal Station.

Templo budista Shojoshin-inTemplo budista Shojoshin-inTemplo budista Shojoshin-in

Chegando na estação Gokurakubashi, basta seguir as indicações para pegar o bondinho (cable car) que te leva até o alto do Monte Koya. Para não se perder pelo caminho, imprima o itinerário pelo site Hyperdia. Esse site é uma mão na roda, pois traz todas as informações das rotas de trem no Japão de forma extremamente detalhada.

Templo budista Shojoshin-inTemplo budista Shojoshin-in

Depois de chegar em Koyasan, é só pegar um dos ônibus que fica na saída da estação.

Templo budista no Japão

Para não ter problema de comunicação com o motorista do ônibus, leve anotado o nome do templo em japonês. No meu caso, o motorista foi bem solícito e me informou o ponto em que eu deveria descer. Já sai bem na frente do templo onde me hospedei.

Minha experiência

Sai de Kyoto no final da amanhã e cheguei em Koyasan pouco depois de 14h, bem à tempo do check in no templo, que era de 14 às 17h. Escolhi o templo Shojoshin-in em razão das boas reviews que li nos sites Japanese Guest House e Trip Advisor.

Logo que cheguei estava acontecendo uma das celebrações da colheita. Os locais estavam visitando os templos, cantando e fazendo festa para agradecer a boa safra. Foi bem especial ver os monges recebendo os foliões.

Templo budista Shojoshin-in

Em seguida, recebi um chinelinho (no interior do templo não se pode usar o calçado usado na rua) e fui conhecer a instalações.

Templo budista Shojoshin-in

Reservei o quarto tradicional e mais simples: japanese style room sem banheiro privativo. O quarto era espaçoso e tinha uma bela vista do jardim.

Templo budista Shojoshin-inTemplo budista Shojoshin-in Templo budista Shojoshin-inTemplo budista Shojoshin-in

Nos quartos tradicionais japoneses, dorme-se no tatame com um futton. Particularmente, gostei bastante de dormir nos tatames e achei bem confortável. Entre as comodidades do quarto, havia chaleira e TV.

O banheiro ficava separado do quarto, em uma área com alguns vasos sanitários que podiam ser usados por todos os hóspedes do andar. Em outro lugar, ficava a área de banho.

Aliás, o banho segue o estilo tradicional japonês, ou seja, todo mundo do mesmo sexo junto. Há alguns banquinhos próximos a uns chuveiros para você se lavar. Só depois você pode entrar na área que parece uma mini piscina, ou melhor, uma jacuzzi.

Templo budista Shojoshin-in

Confesso que preferi “pular” o banho. Estava frio, tinha horário limite para tomar no banho e a ideia de banho coletivo não me empolgou muito… Como fiquei somente um dia no templo, acho que posso ser desculpada pela falta de banho.

Depois de devidamente instalada, resolvi dar uma voltinha rápida na cidade. Como o jantar é servido cedo (às 17h30), não pude estender muito o passeio.

A comida servida é chamada, em japonês, de Shojin-Ryori, que é a culinária vegetarina típica dos templos budistas, sem qualquer tipo de carne ou peixe, e também sem cebola ou alho. A apresentação é, sem dúvida, o grande destaque. O lugar onde são servidas as refeições é lindo e a própria forma como os alimentos são dispostos é fantástica. O único probelma é que não consegui identificar praticamente nada que estava comendo. Tudo era bem diferente! Só posso dizer que havia tofu de tudo quanto era jeito, rsrs.
Não sei dizer se o jantar foi bom ou estranho, mas certamente foi memorável.

Templo budista Shojoshin-inTemplo budista Shojoshin-inTemplo budista Shojoshin-inTemplo budista Shojoshin-in

Um dica: se você se incluir na categoria dos “glutões”, leve um lanchinho extra na mala porque é provável que vc sinta fome mais tarde…

À noite não há muito o que fazer. Aproveitei para dar uma caminhada no famoso cemitério de Koyasan que fica bem próximo do templo (Não falei, no começo do texto que esa era uma hospedagem inusitada?!!). A descrição de uma caminhada noturna no cemitério pode parecer mórbida, mas, na prática, não foi. O cemitério é bem iluminado e tem várias esculturas interessantes.

Passeando ou não depois do jantar, aproveite para dormir cedo, pois nos templos o dia começa cedo. Às 6h20 da manhã tocou o sino alertando o horário de despertar. Foi só o tempo de acordar, trocar de roupa e levar o rosto para descer para a oração matinal. A cerimônia dura em torno de 40 minutos e os monges orientam o que os hóspedes participantes devem fazer (em mímica, é claro).

Templo Budista no Japão

Depois da cerimôia, é hora do café da manhã. A refeição é servida com o mesmo esmero do jantar e também com as mesmas comidinhas “inusitadas”. Aliás, foi difícil identificar qual era a diferença entre os pratos do jantar e do café da manhã. Tofu e arroz estavam nos dois…

Templo budista Shojoshin-inTemplo budista Shojoshin-in

Depois do café, foi só o tempo de explorar um pouco mais o templo e logo segui viagem.

Uma única noite de hospedagem em Koyasan foi pouco para curtir o templo e entrar no clima do budismo, mas, sem dúvida, foi uma experiência única. Super recomendo!

O valor pago foi de 12.000 ienes, por pessoa, em quarto duplo, cerca de R$ 280,00.

Shojoshin-in – End: 556 Koyasan, Koya-cho, Ito -gun

A Vista Chinesa é um dos mirantes mais bonitos do Rio de Janeiro. Lá do alto da Floresta da Tijuca é possível admirar o Corcovado, o Pão de Açucar e as praias da Zona Sul do Rio de Janeiro.

Vista Chinesa

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O nome “Vista Chinesa” se deve ao monumento que lembra um templo chinês. Foi construído em homenagem aos chineses que chegaram ao Rio de Janeiro em meados do século 19 para cultivar chá.

Vista ChinesaVista Chinesa

A construção data de 1903 e recentemente passou por uma reforma. A estrutura é bem conservada e a vista é de tirar o fôlego.

Vista Chinesa Vista Chinesa Vista Chinesa

Sem dúvida, é uma das vistas panorâmicas mais bonitas do Rio de Janeiro.

E o melhor: é de graça! O acesso é gratuito e horário de funcionamento do Parque da Tijuca é de 8h às 18h.

Para chegar lá, o melhor é ir de carro, já que a subida é íngreme. O acesso é feito pela pela Rua Pacheco Leão, no Jardim Botânico. Quem for esportista e tiver disposição, pode ir de bike. Aliás, é comum encontrar ciclistas por lá. Na hora do calor, dá até para se refrescar em uma das duas cachoeiras do Parque da Tijuca que ficam ao longo do caminho até o mirante da Vista Chinesa.

Mais informações pelo site: http://www.parquedatijuca.com.br

Em Florença não faltam opções de hospedagem. A oferta hoteleira é enorme. O problema é que a maioria dos hotéis localizado no burburinho da cidade tem quartos pequenos, antigos e com preços muitas vezes exorbitantes.

Pensando em quartos mais moderninhos, encontramos a rede Floroom, que tem dois hotéis em Florença: o Floroom 1, localizado próximo ao Palacio Pitti e o Floroom 2, localizado a poucos passos da Basílica de Santa Maria Novella. Os hotéis fazem o estilo boutique. São poucos quartos, com design contemporâneo e atendimento personalizado.

Escolhemos o Floroom 2 e gostamos do resultado. São apenas 4 quartos localizados no último andar de um prédio antigo. A decoração dos quartos é clean e contemporânea.

Hotel FlorençaHotel FlorençaHotel Florença

É verdade que os quartos não são exatamente espaçosos, mas ficamos hospedados confortavelmente.

O banheiro foi o grande ponto negativo, por ser bem apertado. Aliás, tivemos a sensação de que o banheiro foi adaptado para ser colocado no lugar de um armário. É que o espaço é estreito e comprido. As portas do banheiro são de correr e, uma vez dentro do banheiro, você pode transita entre a pia, o chuveiro e o vaso, que podem ser fechados com cortinas. Em razão do pouco espaço, a solução é criativa, mas um pouco estranha para os padrões brasileiros.

Hotel Florença

A recepção segue a mesma linha de decor contemporâneo. Tudo bem charmoso e intimista.

Hotel FlorençaHotel Florença

O curioso é que a recepção não funciona a todo instante. Quando você faz a reserva, eles pedem para que informe o horário em que você chegará ao hotel para que o funcionário possa recebê-lo. Eles também enviam o código do portão da entrada do prédio e o código da porta do quarto. Assim, quando o funcionário da recepção não estiver lá, você pode entrar e se virar sozinho. Para nós, funcionou tranquilamente.

O café da manhã está incluído na diária. A variedade não é muito grande, mas é bem servido. A cozinha do hotel fica disponível para uso dos hóspedes a todo instante. Snacks como bolos e biscotos podem ser consumidos à vontade, a qualquer hora. Água, refrigerante, café, chá e sucos também.

A localização do hotel é excelente. Fica cerca de 5 minutos de caminhada da Stazione Santa Maria Novella, a principal estação de Florença, e a 10 minutos da Ponte Vecchio, uma das principais atrações turísticas da cidade.

Enfim, vale a dica de hospedagem para casais que buscam quartos novos e com decoração contemporânea. (O hotel não aceita crianças). O preço médio da diária é de € 170. A estadia mínima aceita é de duas noites.

Pontos altos:

- Os quartos são novos, limpos e têm design contemporâneo.

- A localização é excelente, ficando a curta caminhada de vários pontos turísticos da cidade.

- No valor da diária está incluído café da manhã, além de snacks e bebidas que podem ser consumidas à vontade durante toda a hospedagem.

Pontos negativos:

- O hotel não tem elevador. É você mesmo que terá que subir e descer com suas malas. Como o hotel fica no segundo andar, leve pouca bagagem para conseguir os 3 lances de escada.

- O hotel tem design moderno, mas o banheiro é bem apertado e fica praticamente ao lado da cama.

- O staff é bem atencioso, mas a recepção não funciona a todo instante.

End: Via del Sole, 2. Florença

http://www.floroom.com