Se você curte hospedagens inusitadas, aqui está uma que não pode faltar no seu currículo: hospedagem em um Templo Budista no Japão.

Templo budista Shojoshin-inTemplo budista Shojoshin-in

Foto: Arquivo pessoal. Templo Shojoshin-in

Por que? Só em um autêntico templo zen budista japonês você pode experimentar meditar com os monges, participar de cerimônias budistas, dormir em um tatame, tomar banho ao estilo japonês tradicional e ainda comer comida vegetariana que você não faz a menor ideia do que seja.

Esse tipo de hospedagem é chamada no Japão de shukubó. E a cidade de Koyasan, ao sul de Osaka, é especialista neste tipo de hospedagem. São mais de 50 templos que recebem turistas japoneses e estrangeiros.

Como funciona?

Monte Koya, onde fica a cidade de Koyasan, é considerada pelos japoneses uma montanha sagrada. Lá é um famoso lugar de peregrinação e abriga o cemitério mais famoso do Japão, o Oku-no-Em, onde está o mausoléu de Kobo Daishi, fundador da seita budista Shingon.

Os diversos templos da cidade receberem os turistas em peregrinação, ou simplesmente turistas curiosos. Em geral, oferecem hospedagem com duas refeições incluídas. Os preços variam conforme o templo escolhido, o tipo de quarto e a época do ano. O custo médio é de 9.500 ienes por pessoa, cerca de R$ 220.

Não espere tratamento de hotel. É o hóspede que deve se adaptar às regras do templo, e não o contrário. Por isso, tenha em mente que os horários de check in/check out não serão muito flexíveis. Saiba também que há horário rígido de fechamento dos portões do templo à noite e que não é permitido fazer barulho.

Por outro lado, você terá oportunidade que conhecer melhor a cultura japonesa e apreciar os belos jardins japoneses e as estruturas de madeira dos templos. Além disso, os hóspedes podem participar das orações matinais que ocorrem logo no início da manhã.

Templo Budista no Japão

Um detalhe importante: a maioria dos monges não fala inglês. Falam, no máximo, as palavras mais básicas. O jeito é mesmo fazer mímica. Ou melhor, faça o mesmo o que as demais pessoas estão fazendo. Assim, a chance de erra é mínima… Felizmente, no quarto do templo onde fiquei hospedada havia um manual em inglês com as instruções básicas.

Templo Budista no Japão Templo Budista no Japão

Como escolher o seu templo?

Como as opções de templos são muitas, utilizei o site Japanese Guest House para escolher o templo e efetuar a reserva.

As informações do site estão em inglês, com direito a fotos dos templos e reviews feitas pelos próprios hóspedes. Depois de feita a reserva, eles mandam um email contendo todos os detalhes da hospedagem, além de informações importantes como o horário de check in e check out, e como chegar até o templo.

O pagamento é feito diretamente no templo. E, na maioria dos casos, somente em dinheiro. Contudo, é necessário apresentar um cartão de crédito para garantir a reserva pelo site.

Como chegar?

Parti de Kyoto rumo a Koyasan de trem. Foi tranquilo, mas as baldeações de trem tornam a viagem de menos de 3h um pouco cansativa.

Saindo da Kyoto Station, pegue um trem para Osaka. Uma observação importante: não cometa o mesmo erro que eu. Não desça na estação Shin-Osaka. Os nomes são parecidos, mas Osaka e Shin-Osaka são duas estações distintas.

Chegando na estação Osaka, pegue um trem da linha JR Kansai Airport Rapid Service para Shin-Imamiya. Se você tiver o Japan Rail Pass, esses trechos já estarão incluídos. É fácil identificar os trens, pois nos letreiros há identificações em inglês.

Templo budista Shojoshin-in

Ao chegar na estação Shin-Imamiya, é necessário comprar o ticket de trem até Koyasan, pois não está incluso no Japan Rail Pass. Com o ticket em mãos, é só pegar a linha Nankai Koya Line com destino à Gokurakubashi Terminal Station.

Templo budista Shojoshin-inTemplo budista Shojoshin-inTemplo budista Shojoshin-in

Chegando na estação Gokurakubashi, basta seguir as indicações para pegar o bondinho (cable car) que te leva até o alto do Monte Koya. Para não se perder pelo caminho, imprima o itinerário pelo site Hyperdia. Esse site é uma mão na roda, pois traz todas as informações das rotas de trem no Japão de forma extremamente detalhada.

Templo budista Shojoshin-inTemplo budista Shojoshin-in

Depois de chegar em Koyasan, é só pegar um dos ônibus que fica na saída da estação.

Templo budista no Japão

Para não ter problema de comunicação com o motorista do ônibus, leve anotado o nome do templo em japonês. No meu caso, o motorista foi bem solícito e me informou o ponto em que eu deveria descer. Já sai bem na frente do templo onde me hospedei.

Minha experiência

Sai de Kyoto no final da amanhã e cheguei em Koyasan pouco depois de 14h, bem à tempo do check in no templo, que era de 14 às 17h. Escolhi o templo Shojoshin-in em razão das boas reviews que li nos sites Japanese Guest House e Trip Advisor.

Logo que cheguei estava acontecendo uma das celebrações da colheita. Os locais estavam visitando os templos, cantando e fazendo festa para agradecer a boa safra. Foi bem especial ver os monges recebendo os foliões.

Templo budista Shojoshin-in

Em seguida, recebi um chinelinho (no interior do templo não se pode usar o calçado usado na rua) e fui conhecer a instalações.

Templo budista Shojoshin-in

Reservei o quarto tradicional e mais simples: japanese style room sem banheiro privativo. O quarto era espaçoso e tinha uma bela vista do jardim.

Templo budista Shojoshin-inTemplo budista Shojoshin-in Templo budista Shojoshin-inTemplo budista Shojoshin-in

Nos quartos tradicionais japoneses, dorme-se no tatame com um futton. Particularmente, gostei bastante de dormir nos tatames e achei bem confortável. Entre as comodidades do quarto, havia chaleira e TV.

O banheiro ficava separado do quarto, em uma área com alguns vasos sanitários que podiam ser usados por todos os hóspedes do andar. Em outro lugar, ficava a área de banho.

Aliás, o banho segue o estilo tradicional japonês, ou seja, todo mundo do mesmo sexo junto. Há alguns banquinhos próximos a uns chuveiros para você se lavar. Só depois você pode entrar na área que parece uma mini piscina, ou melhor, uma jacuzzi.

Templo budista Shojoshin-in

Confesso que preferi “pular” o banho. Estava frio, tinha horário limite para tomar no banho e a ideia de banho coletivo não me empolgou muito… Como fiquei somente um dia no templo, acho que posso ser desculpada pela falta de banho.

Depois de devidamente instalada, resolvi dar uma voltinha rápida na cidade. Como o jantar é servido cedo (às 17h30), não pude estender muito o passeio.

A comida servida é chamada, em japonês, de Shojin-Ryori, que é a culinária vegetarina típica dos templos budistas, sem qualquer tipo de carne ou peixe, e também sem cebola ou alho. A apresentação é, sem dúvida, o grande destaque. O lugar onde são servidas as refeições é lindo e a própria forma como os alimentos são dispostos é fantástica. O único probelma é que não consegui identificar praticamente nada que estava comendo. Tudo era bem diferente! Só posso dizer que havia tofu de tudo quanto era jeito, rsrs.
Não sei dizer se o jantar foi bom ou estranho, mas certamente foi memorável.

Templo budista Shojoshin-inTemplo budista Shojoshin-inTemplo budista Shojoshin-inTemplo budista Shojoshin-in

Um dica: se você se incluir na categoria dos “glutões”, leve um lanchinho extra na mala porque é provável que vc sinta fome mais tarde…

À noite não há muito o que fazer. Aproveitei para dar uma caminhada no famoso cemitério de Koyasan que fica bem próximo do templo (Não falei, no começo do texto que esa era uma hospedagem inusitada?!!). A descrição de uma caminhada noturna no cemitério pode parecer mórbida, mas, na prática, não foi. O cemitério é bem iluminado e tem várias esculturas interessantes.

Passeando ou não depois do jantar, aproveite para dormir cedo, pois nos templos o dia começa cedo. Às 6h20 da manhã tocou o sino alertando o horário de despertar. Foi só o tempo de acordar, trocar de roupa e levar o rosto para descer para a oração matinal. A cerimônia dura em torno de 40 minutos e os monges orientam o que os hóspedes participantes devem fazer (em mímica, é claro).

Templo Budista no Japão

Depois da cerimôia, é hora do café da manhã. A refeição é servida com o mesmo esmero do jantar e também com as mesmas comidinhas “inusitadas”. Aliás, foi difícil identificar qual era a diferença entre os pratos do jantar e do café da manhã. Tofu e arroz estavam nos dois…

Templo budista Shojoshin-inTemplo budista Shojoshin-in

Depois do café, foi só o tempo de explorar um pouco mais o templo e logo segui viagem.

Uma única noite de hospedagem em Koyasan foi pouco para curtir o templo e entrar no clima do budismo, mas, sem dúvida, foi uma experiência única. Super recomendo!

O valor pago foi de 12.000 ienes, por pessoa, em quarto duplo, cerca de R$ 280,00.

Shojoshin-in – End: 556 Koyasan, Koya-cho, Ito -gun

A Vista Chinesa é um dos mirantes mais bonitos do Rio de Janeiro. Lá do alto da Floresta da Tijuca é possível admirar o Corcovado, o Pão de Açucar e as praias da Zona Sul do Rio de Janeiro.

Vista Chinesa

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O nome “Vista Chinesa” se deve ao monumento que lembra um templo chinês. Foi construído em homenagem aos chineses que chegaram ao Rio de Janeiro em meados do século 19 para cultivar chá.

Vista ChinesaVista Chinesa

A construção data de 1903 e recentemente passou por uma reforma. A estrutura é bem conservada e a vista é de tirar o fôlego.

Vista Chinesa Vista Chinesa Vista Chinesa

Sem dúvida, é uma das vistas panorâmicas mais bonitas do Rio de Janeiro.

E o melhor: é de graça! O acesso é gratuito e horário de funcionamento do Parque da Tijuca é de 8h às 18h.

Para chegar lá, o melhor é ir de carro, já que a subida é íngreme. O acesso é feito pela pela Rua Pacheco Leão, no Jardim Botânico. Quem for esportista e tiver disposição, pode ir de bike. Aliás, é comum encontrar ciclistas por lá. Na hora do calor, dá até para se refrescar em uma das duas cachoeiras do Parque da Tijuca que ficam ao longo do caminho até o mirante da Vista Chinesa.

Mais informações pelo site: http://www.parquedatijuca.com.br

Em Florença não faltam opções de hospedagem. A oferta hoteleira é enorme. O problema é que a maioria dos hotéis localizado no burburinho da cidade tem quartos pequenos, antigos e com preços muitas vezes exorbitantes.

Pensando em quartos mais moderninhos, encontramos a rede Floroom, que tem dois hotéis em Florença: o Floroom 1, localizado próximo ao Palacio Pitti e o Floroom 2, localizado a poucos passos da Basílica de Santa Maria Novella. Os hotéis fazem o estilo boutique. São poucos quartos, com design contemporâneo e atendimento personalizado.

Escolhemos o Floroom 2 e gostamos do resultado. São apenas 4 quartos localizados no último andar de um prédio antigo. A decoração dos quartos é clean e contemporânea.

Hotel FlorençaHotel FlorençaHotel Florença

É verdade que os quartos não são exatamente espaçosos, mas ficamos hospedados confortavelmente.

O banheiro foi o grande ponto negativo, por ser bem apertado. Aliás, tivemos a sensação de que o banheiro foi adaptado para ser colocado no lugar de um armário. É que o espaço é estreito e comprido. As portas do banheiro são de correr e, uma vez dentro do banheiro, você pode transita entre a pia, o chuveiro e o vaso, que podem ser fechados com cortinas. Em razão do pouco espaço, a solução é criativa, mas um pouco estranha para os padrões brasileiros.

Hotel Florença

A recepção segue a mesma linha de decor contemporâneo. Tudo bem charmoso e intimista.

Hotel FlorençaHotel Florença

O curioso é que a recepção não funciona a todo instante. Quando você faz a reserva, eles pedem para que informe o horário em que você chegará ao hotel para que o funcionário possa recebê-lo. Eles também enviam o código do portão da entrada do prédio e o código da porta do quarto. Assim, quando o funcionário da recepção não estiver lá, você pode entrar e se virar sozinho. Para nós, funcionou tranquilamente.

O café da manhã está incluído na diária. A variedade não é muito grande, mas é bem servido. A cozinha do hotel fica disponível para uso dos hóspedes a todo instante. Snacks como bolos e biscotos podem ser consumidos à vontade, a qualquer hora. Água, refrigerante, café, chá e sucos também.

A localização do hotel é excelente. Fica cerca de 5 minutos de caminhada da Stazione Santa Maria Novella, a principal estação de Florença, e a 10 minutos da Ponte Vecchio, uma das principais atrações turísticas da cidade.

Enfim, vale a dica de hospedagem para casais que buscam quartos novos e com decoração contemporânea. (O hotel não aceita crianças). O preço médio da diária é de € 170. A estadia mínima aceita é de duas noites.

Pontos altos:

- Os quartos são novos, limpos e têm design contemporâneo.

- A localização é excelente, ficando a curta caminhada de vários pontos turísticos da cidade.

- No valor da diária está incluído café da manhã, além de snacks e bebidas que podem ser consumidas à vontade durante toda a hospedagem.

Pontos negativos:

- O hotel não tem elevador. É você mesmo que terá que subir e descer com suas malas. Como o hotel fica no segundo andar, leve pouca bagagem para conseguir os 3 lances de escada.

- O hotel tem design moderno, mas o banheiro é bem apertado e fica praticamente ao lado da cama.

- O staff é bem atencioso, mas a recepção não funciona a todo instante.

End: Via del Sole, 2. Florença

http://www.floroom.com

Não sabe onde fica Taormina? Então, pare tudo e leia esse texto. Pode ser que as suas próximas férias sejam para essa cidade italiana da Sicília. Lá o tempo passa mais devargar, as comidas são de lamber os beiços, as pessoas gostam de prosear nas ruas e o visual é de arrancar suspiros!

Veja aqui alguns bons motivos para descobrir (e amar) esse encantador balneário italiano:

1) Assistir a um concerto nas ruínas do Teatro Greco

As ruínas do Teatro Greco são talvez o monumento mais impactante de Taormina. E não é por menos. Afinal, o teatro construído em meados do século III aC tem uma vista incrível do mar. E, para completar, ainda serve de cenário para concertos, óperas e ballet.

Taormina

2) Curtir o clima interiorano e simpatia pitoresca dos sicilianos

Ruas estreitas espalhadas pelo morro, onde se dividem os poucos mais de 10 mil habitantes. Assim, é Taormina: uma cidade com jeito de cidade do interior.

Parece que ali todos se conhecem. Mesmo no auge do verão, a quantidade de turistas não chega a alterar o clima pitoresco do lugar. Nada de filas, nem muvucas. (Viva!) Por isso, não estranhe se, ao final da viagem, um morador local lhe der um presente, desejando que você retorne à cidade. Ou se um vendedor de frutas – daqueles que abre o carro e vende as frutas colhidas em seu terreno – lhe entregar de graça um pêssego, porque não tem graça cobrar por “um” só pêssego.

TaorminaTaorminaTaormina

3) Provar os canollis

Os canollis são doces típicos da Sicília. Parecem uns canudinhos de massa crocante recheados com creme de ricota e pistache. Uma cereja e uma raspinha de laranja em cima dão o toque final. São absolutamente deliciosos!

Taormina

4) Castelmolla: para o alto e avante

Castemolla é um pequeno vilarejo no alto do morro que tem visual mais do que privilegiado. De lá é possível avistar Taormina, o litoral da Calábria e o vulcão Etna.

As ruelas estreitas são charmosas e abrigam diversas lojinhas de artesanato. Não deixe de provar o famoso vinho de amêndoas (vino alla mandorla).

Taormina

5) Praias de água morma e transparente

É verdade que a praia é de pedra, mas a água morma e transparante é mais do que convidativa. E olha que os “lidos”, as barracas de praia de lá, têm uma estrutura invejável. Garanto que não é programa de índio. Só não esqueça de levar o chinelinho… rsrs

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6) Experimente o clássico: Penne alla norma

Essa pasta é um clássico na gastronomia siciliana. Feita com berinjela, tomate, majericao e ricota al forno (não se assuste. Não tem nada a ver com a nossa ricota…). É uma delícia! Confesso que foi o prato que mais gostei de toda a viagem pra Itália. Vá por mim e prove o penne ala norma do Ristorante Tiramissu. É daquelas refeições pra ficar na memória!!

7) Isola Bella

A Isola Bella é uma pequena ilha no Mar Jônico. Como ela fica a uma curtíssima distância da costa, é possível, durante a maré baixa, seguir caminhando por uma pequena trilha até a ilha, que hoje é uma reserva natural.

Taormina

8) Granita para matar o calor

Para matar o calor, faça como os locais: tome um gelato italiano ou uma granita. Granitas são bebidas à base de frutas e gelo, servidas em diversas barraquinhas espalhadas pela cidade. É uma espécie de frozen para tomar de canudo e colher.

9) De olho no Etna, o vulcão mais ativo da Europa

Praticamente de qualquer lugar de Taormina é possível ver o vulcão Etna. Com seus 3.800 metros, ele surge majestoso e num belo contraste com o mar, que não fica muito distante.

Os mais aventureiros podem optar por passeios monitorados que levam ao cume do vulcão. Os mais preguiçosos podem escolher um ponto da Praça IX de Abril ou da cidade de Castemolla para encontrar o ângulo mais fotogênico do vulcão. Já os mais animados – etilicamente falando – podem fazer degustações de vinhos nos parreirais aos pés do vulcão. Não deixe de provar a uva Nero Davola, típica da região.

Taormina

10) Ah, o Limão Siciliano…

Nas receitas e por todos os lados, está presente o aroma do limão siciliano. Tudo bem que o limão siciliano veio do Oriente, mas foram os italianos que souberam muito bem aproveitá-lo. Impossível sair de lá sem provar ao menos uma receita que não tenha o toque cítrico e especial da fruta.

Recebemos um presente de Natal antecipado: o Nós no Mundo está entre os 25 melhores blogs de viagem segundo o Hostel World!

E estamos concorrendo ao prêmio de melhor blog de viagem de 2013!!

Nós no Mundo

A votação acontece até o dia 06 de janeiro de 2014.

Quem participar concorre ao sorteio de R$ 1.000,00. Então, aproveite e vote láhttp://www.brazilian.hostelworld.com/news/premio-blog-viagem-2013/

Muito obrigada e Boas Festa a todos!! Tomara que Papai Noel traga muuuitas viagens para todos nós!!! :)

Nos últimos dias recebi uma capa para mala de viagem da empresa NCosturas para conhecer e testar o produto.

Então aqui vai a nossa review. Fica o registro de que esse não é um post patrocinado, mas a nossa opinião isenta, com o objetivo de trazer boas alternativas ao nosso leitor.

A ideia é ter uma capa para colocar na mala que seja resistente o suficiente para proteger a mala durante a viagem, e que possa ser reutilizada. Assim, ao invés de plastificar a mala toda vez que for embarcar, basta colocar a capa.

Capa para mala

O site oferece tamanhos adaptáveis a diversos tipos de malas (a depender do tamanho da mala, se P, M ou G) e vários modelos, com cores lisas e estampadas. Escolhi o tamanho P para a minha malinha de mão e o modelo “Zebra”, que foi entregue pelos Correios.

Olha só como ficou o antes e o depois:

Capa para mala Capa para mala

A capa é feita com uma espécie de lycra resistente. Há até um vídeo mostrando uma pessoa tentando rasgar a capa com um garfo, mas sem sucesso. Veja aqui.

A colocação (e retirada) da capa não tem segredos. Basta “vestir” a capa na mala, deixando as aberturas para a alça e para o puxador no devido lugar. Depois é só esticar um pouco daqui e dali, e fechar o fecho na parte inferior, junto às rodas. Mesmo sendo bem simples, achei que faltou um manual explicativo de como colocar o produto. Inclusive, dei essa sugestão ao fabricante. Eles falaram que estão desenvolvendo um vídeo com maiores explicações.

Capa para malaCapa para mala

O preço? As capas custam entre R$ 89 e R$ 110. Considerando que o valor médio para plastificar a mala é em torno de R$ 40, acho que a capa tem um bom custo-benefício.

Enfim, testei e aprovei o produto. A capa, além de proteger a bagagem contra sujeira e arranhões, ajuda na hora de identificar a mala na hora da esteira. O fecho também tem um espaço para colocar um cadeado ou o lacre da companhia aérea, o que ajuda a proteger o conteúdo da bagagem.