Circulando pela Bolívia: qual é o melhor meio de transporte?

A Bolívia não é um país grande em extensão. No entanto, a distância entre as principais cidades e as atrações turísticas mais famosas é grande. Por exemplo, Santa Cruz de La Sierra, uma das principais rotas aéreas do Brasil até a Bolívia, fica a 850km da capital La Paz. La Paz fica a mais de 500km da cidade de Uyuni, a porta de entrada do Salar de Uyuni, e a quase 4h de distância do famoso Lago Titicaca.

Por isso, é bom preparar toda uma logística para conseguir alcançar as principais atrações. E, para piorar, tenha em mente que o deslocamento via terrestre é sofrido e demorado. Em muitos lugares não há estrada asfaltada, os engarrafamentos são frequentes, a sinalização é precária e muitos motoristas têm fama de loucos. Sem falar que as leis de trânsito por lá não são rigorosas. Muitos veículos – incluindo taxis, vans e ônibus – não têm sequer cinto de segurança em bom estado para utilização.

Diante dessas condições nada favoráveis, o deslocamento de avião nos pareceu a melhor opção, ainda que mais caro. Entretanto, os relatos que vimos na internet não foram nada animadores. Veja o relato da Renata do Revivendo Viagem, em que ela conta que o avião tremia, balançava e chacoalhava tanto, que metade dos passageiros rezava para o avisão não cair, e a outra metade chorava, gritava ou vomitava. Tenso…

Mesmo assim, escolhemos ir de avião. Entre sacolejar no ônibus por 10 horas para fazer o trecho de La Paz a Uyuni, preferimos sacolejar no avião por apenas 1 hora.

Na Bolívia existem 2 principais companhias aéreas: a BoA – Boliviana de Aviación e a Amaszonas.

Escolhemos a Boliviana de Aviación, pois tinha os melhores horários e preço, quando pesquisamos. Fizemos os seguintes trechos:

  • Santa Cruz De La Sierra – La Paz
  • La Paz – Uyuni
  • Uyuni – Santa Cruz De La Sierra, com conexão em La Paz.

Confesso que, ao embarcamos, já estávamos dispostas a encarar um “teco teco” dos ares. Imaginamos o pior. Para a nossa alegria, tivemos uma excelente surpresa!  As aeronaves eram novas, confortáveis e modernas. Não era um teco teco!!

E o serviço de bordo foi simples, mas não deixou a desejar. Foi até melhor que alguns voos nacionais aqui no Brasil.

Gastamos cerca de R$ 1.000 reais por pessoa para fazer os 3 trechos aéreos.

Um aspecto negativo é o fato de que esse valor não se pode dividir no cartão, tem que ser de uma só vez. Mesmo assim, achamos que valeu muito a pena, principalmente porque otimizamos o nosso tempo, evitando cansativas horas “sacolejando” nas estradas bolivianas. Além disso, só mesmo da janela do avião, para avistar a imensidão do Salar do Uyuni e passar pertinho da cordilheira. A vista das paisagens bolivianas pela janela do avião é in-crí-vel!

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Sobre Anna Bárbara

É louca por viagens! Nem acaba de chegar de uma viagem e já está pensando nas próximas (no plural, é claro!). Tem o passaporte carimbado em mais de 20 países e é apaixonada pela Ásia, ou melhor, por todos os destinos exóticos. Qual a melhor viagem? "Não há dúvida", diz ela, "a melhor viagem é sempre a próxima".

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