Diário de viagem – Road Trip USA: Outer Banks – Carolina do Norte

A nossa road trip começou, de fato, logo após o café da manhã do dia 01/07, quando pegamos o carro alugado no aeroporto de Norfolk – Virginia e partimos rumo a Kitty Hawk, na Carolina do Norte.

Nossa primeira atividade ao cruzar a fronteira, foi visitar o Memorial dos irmãos Wright, aqueles que fizeram o primeiro voo motorizado da história, em 1903. Há muitas especulações sobre o feito e a autenticidade do mesmo entre alguns os historiadores, mas a maioria credita a eles o fato de ter realizado o primeiro voo.

Polêmicas à parte, o memorial é muito interessante, principalmente para aqueles que amam aviação (presente!). Há um pequeno museu logo na entrada, que conta a história de tudo o que aconteceu ali e de como os irmãos Wright construíram o primeiro avião, pois foi exatamente neste lugar que aconteceu o primeiro voo.

Na segunda sala existe um pequeno auditório, onde estão as réplicas em tamanho real do avião e do planador, no qual eles subiam e saltavam de cima da colina para pegar impulso com a descida e planar. Nas paredes, estão imagens de dezenas de pessoas que contribuíram para o avanço da história da aviação, inclusive o brasileiro Santos Dumont, que está lá como o realizador do primeiro voo da história da Europa, em Paris, no ano de 1906.

O programa é uma excelente opção para quem está viajando com crianças, pois o museu oferece algumas atividades para entretê-las. Uma delas é realizar o trabalho de Guarda Florestal e preencher diversas informações espalhadas pelo memorial. Ao término, se tiver conseguido tudo, eles recebem um distintivo de Guarda Florestal Junior. As crianças conhecem toda a história do lugar e ainda passam a reconhecer o trabalho dos oficiais.

Seguindo na mesma rodovia, a próxima parada foi no restaurante Mama Kwan. Com uma vibe praiana, o restaurante é especializado em frutos do mar, mas também há opções para os alérgicos a eles e para os vegetarianos.

Essa região de Outer Banks também é conhecida como “Cemitério do Atlântico”, pois as suas estreitas faixas de areia confundiam os navegadores. Foram registrados mais de 600 naufrágios até hoje na região, para ser ter uma ideia. Dos três faróis construídos na área, o que está localizado na Bodie Island é o mais próximo e perfeitamente acessível da estrada da Costa do Atlântico.

Há diversas curiosidades no local, que vão do nome da ilha, à forma como o farol foi construído. A área é um grande pântano, com o farol se destacando no meio de uma grande superfície nem nenhuma construção. Entre as curiosidades, é que o farol foi construído com 1 milhão de tijolos e que o alicerce dele possui pouco mais de 2 metros de profundidade chamam a atenção, pois é uma área onde já aconteceram diversos furacões no passado e ele segue intacto.

O nome da ilha gera até hoje várias lendas urbanas, como: o nome é bodies (corpos, em português) por conta dos corpos que eram encontrados na ilha após os naufrágios, entre outras. Mas a oficial é que o sobrenome da família dona da propriedade era Body, e por esse motivo o nome seria Body’s Island, originalmente.

Antes de seguirmos para o último programa do dia, visitamos o Jeannette’s Pier, em Nags Head. Um belo lugar tanto para os amantes da pescaria, como para quem gosta de uma bela vista no fim de tarde…

A nossa última atividade em Outer Banks foi para fechar o primeiro dia da road trip com chave de ouro. O The Lost Colony é um espetáculo realizado desde 1937 na região e já ganhou diversos prêmios, inclusive um Tony Award – o Oscar do teatro -.

O musical é apresentado em um teatro a céu aberto, numa luz perfeita do fim de tarde e conta a história da colonização inglesa dos Estados Unidos.

Há várias opções de ingresso, inclusive a que inclui um jantar, onde os artistas interagem com os espectadores e uma visita aos bastidores da produção apresentado pelos próprios atores. Recomendamos muito a experiência!

Nossa estadia em Nag Heads ficou a cargo do The First Colony Inn, um hotel que possui acesso direto à highway e está a uma quadra da praia.

 

É um hotel histórico, por isso a aparência mais rústica e clássica. O café da manhã está incluído na diária.

 

Diego Paiva viaja a convite do Discover America

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Diego Paiva

Sobre Diego Paiva

Apaixonado por aviões, deu um jeito de incluir os voos e aeroportos no seu dia-a-dia. É bibliotecário por formação, mas trabalha na aviação para ficar mais perto da sua paixão. Pretende desbravar destinos no Brasil e no mundo todo, conhecendo diversas pessoas e culturas. Já visitou 15 Estados do Brasil, 14 países e colabora com o Nós no Mundo desde 2013.

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