Cidade do México: o roteiro e as dicas do Guilherme

Quem escreve o post de hoje é o nosso leitor Guilherme Didier (@guiladidier). Ele e a esposa embarcaram recentemente para a Cidade do México e nos contam como foi a viagem:

“1° Dia:

Após três horas de voo de Recife para São Paulo, duas horas e meia de conexão em Cumbica e nove horas e meia de voo de São Paulo até a Cidade do México, finamente chegamos.

Ainda no avião fomos avisados que haveria uma vistoria mais demorada nas bagagens, com raios-X e cães, ocasionando certa demora na entrega das malas. Não pensei que seria tanto: 1h de espera.

Depois dos trâmites de imigração, finalmente encontramos a pessoa da agência Wayak, que faria o nosso traslado até o hotel.  Já na van, o motorista escutou no rádio que a Av. Paseo de La Reforma estava fechada para uma manifestação de professores. E era justamente lá onde ficava o nosso hotel (Meliá). Resultado: seguimos de carro até onde foi possível e de lá pegamos um metrô até a estação Hidalgo.

O Hotel Gran Hotel Meliá Reforma é muito bem localizado. Tem quartos amplos e banheiros maravilhosos.

Cidade do México

Estávamos mortos de cansados e resolvemos pedir uma pizza no quarto e dormir cedo para aproveitar o outro dia.

2° Dia:

Saímos andando do hotel e pegamos a Calle Juarez em direção ao centro. Antes paramos para tomar um café da manhã maravilhoso na Sanborns.

Seguindo em frente, passamos pelo Palácio de Belas Artes e sua linda arquitetura estilo “parisiense”.

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Mais à frente pegamos a Rua F. Madero e entramos na Casa dos Azulejos, que é parada obrigatória para observar uma tradicional casa colonial Mexicana (prometemos tomar café da manhã lá no nosso último dia). Logo em frente fica o convento de São Francisco.

Seguimos pela Madero que é uma rua para pedestres, limpa e com boa frequência de pessoas. Ficamos contemplando as fachadas coloniais. Foi aí que veio a grande surpresa que não estava no nosso roteiro: o Palácio de Iturbide com sua linda fachada. Lá havia uma exposição de artesanato de alta qualidade, com vários artistas latinos, inclusive artistas conterrâneos meus aqui de Pernambuco. Ficamos contemplando esse maravilhoso prédio e as obras que estavam sendo expostas.

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Continuamos pela Madero até chegarmos no  Zócalo (PLaza de La Constituição). Cruzamos a praça e fomos até o Palácio Nacional para ver os murais de Rivera e visitar todo o palácio.

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A rua lateral do Palácio nos fez sentir como se estivéssemos em uma Rua de Bombain, na Índia. Um inferno de gente vendendo tudo que era troço, como shamans e comidas de rua. Pense?! Após a visita ao Palácio, pegamos a direita e fomos em direção ao Templo Mayor, onde seria a grande vedete do dia.

Pegamos um filinha na entrada, passamos um tempo debaixo de sol e ficamos observando aquele formigueiro de gente. Foi uma grande emoção esse primeiro encontro com a cultura Azteca. Passamos um bom tempo no museu e nas ruínas.

Após sairmos do Templo Mayor, já passava das 15h e estávamos morrendo de fome. A ideia original era almoçar no tradicional restaurante de cozinha mexicana, o Café de Tacuba. Abortamos essa idéia já que minha esposa não tava muito disposta a encarar comida picante. Optamos por almoçar num restaurante que tinha uma sacada para o Zócalo.

A comida não era nada de mais, até muito simples, mas valeu pelo local… Ficamos observado o movimento do Zócalo e olhando as figuras que passavam pela calçada logo abaixo de nós.

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Após o almoço seguimos para o Palácio Nacional de Arte. Mais uma grande surpresa.

Logo na saída, ainda na frente do Palácio Nacional de Arte, observei o lindo prédio do Palácio dos Correios e seguimos direto pra lá. Entramos e contemplamos a sua maravilhosa escadaria, que rendeu lindas fotos.

Já passava das 18h quando pegamos o caminho em direção ao hotel. Estávamos mortos de cansados. Chegando lá, repetimos a dose: pizza no quarto, cervejas e dormir cedo pra acordar cedo.

3° Dia:

Nosso café da manhã foi no Vips (vale indicação!). Após, pegamos um taxi e seguimos para o castelo de Chapultepec. Era domingo e estava tudo lotado… Mesmo assim ficamos maravilhados com o super bem tratado Museu Nacional de História, localizado no bosque de Chapultepec.

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Depois fomos caminhando até o Museu de Antropologia. Antes de entrar assistimos a  uma apresentação dos Homens Voadores de Paplanta.

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O Museu de Antropologia é sem comentários…..maravilhoso!!!!!

Quando terminamos a visita ao museu, já passava das 16h. Seguimos para o bairro de Polanco para almoçar. Polanco é um oásis encravado na Cidade do México. Almoçamos  e tomamos umas cervejas num restaurante com mesinhas ao ar livre.

Pegamos um taxi e voltamos pra o hotel. Jantamos no Hotel.

4° Dia:

Contratei um tour da Wayak para ir até Teotihuacan, o sítio arqueológico da maior cidade da América pré-colombiana.

Juro que estava um pouco ansioso pra chegar em Teotihuacan…. mas, por ser um passeio tipo excursão, tivemos que passar por todo um roteiro que incluia a Plaza de las Tres Culturas, Basilica de Nossa senhora de Guadalupe, além de muitas e muitas lembrancinhas, antes de chegar às ruínas.

Almoçamos  uma gororoba danada de ruim em um restaurante perto de Teotihuacan e de lá finalmente seguimos para a zona arqueológica.

Foi emocionante observar as ruínas e caminhar pelas ruas dos mortos até a pirâmide da lua. Subir a pirâmide e chegar no seu topo (ou quase) é deixar qualquer um sem palavras!

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Após 3 horas de visita voltamos pro hotel.

5° Dia: O Terremoto!

Esse dia saímos cedo e caminhamos até a Casa dos Azulejos para tomar o café da manhã prometido. Maravilhoso o clima!

De lá pegamos um taxi até o Mercado de Artesanias de la Ciudadela, onde compramos várias lembrancinhas. Na saída, pegamos um táxi para voltar ao hotel, quando, de repente, vimos que a rua estava cheia de gente mandando o táxi parar. Pensei que era um assalto. Foi aí que o taxista falou: “temblores! temblores! Usted no siente senõr?!”

Era um terremoto! Nesse momento, o táxi começou a balançar mais forte. Assustados, saímos do taxi e nos juntamos à multidão que estava no meio da rua. Esperamos mais 15 minutos e seguimos com o taxista. Todas as ruas estavam repletas de gente e o trânsito parado. Deixamos o táxi e seguimos a pé pelo meio da multidão até o hotel.

Ao chegarmos no hotel, vimos todos os hóspedes do lado de fora. Ninguém podia entrar. Tinha gente de pijama, roupão, gente calçada apenas com um dos pés. Pense na zona qua estava?!

Esparamos um bocado. Quando a gerência do hotel permitiu a entrada, fomos de escada até o sexto andar. Entramos no nosso quarto e observamos  que havia caído um pedaço de gesso do teto. Arrumamos rapidamente as malas e descemos pelas escadas para fazer nosso check-out. Pedimos um taxi e seguimos direto para o aeroporto.

Graças a Deus não aconteceu nada! Ainda bem que o terremoto ocorreu no nosso último dia nessa rápida passagem pela cidade do México! Agora estamos dando risadas dessa experiência.

Valeu Cidade do Mexico!

Agradecimentos: @nosnomundo, @rafaminas e @luangra”

Texto e fotos por Guilherme Didier

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Sobre Anna Bárbara

É louca por viagens! Nem acaba de chegar de uma viagem e já está pensando nas próximas (no plural, é claro!). Tem o passaporte carimbado em mais de 20 países e é apaixonada pela Ásia, ou melhor, por todos os destinos exóticos. Qual a melhor viagem? "Não há dúvida", diz ela, "a melhor viagem é sempre a próxima".

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