Bebendo estrelas na Bodegas Chandon

Estou bebendo estrelas! Foi o que exclamou o monge Dom Pérignon ao experimentar a primeira garrafa de champagne. Reza a lenda que Dom Pérignon vivia na cidade de Champagne, na França, e buscava incessantemente criar um vinho de qualidade. O resultado foi a criação do champagne. As borbulhas foram comparadas às estrelas e a bebida, considerada a bebida dos deuses.

Em Mendoza, a Bodegas Chandon é o lugar para conhecer e aprimorar a arte de beber estrelas…

MendozaBodega Chandon

Fotos: Arquivo pessoal

A bodega integra o grupo LVMH (Louis Vuitton S.A. – Moët Hennessy). Foi a primeira filial das Bodegas Chandon fora da França, e mantém o sofisticado perfil do grupo LVMH.

Bodega Chandon Bodega ChandonBodega ChandonBodega ChandonBodega ChandonBodega Chandon

Fotos: Arquivo pessoal

Lá é possível fazer um tour para conhecer a produção dos espumantes e também experimentar o menu degustação, no qual todos os pratos são harmonizados com espumantes.

A visita dura cerca de uma hora e começa com um vídeo explicando a criação do champagne na França. Depois segue com uma rápida visita pelo parreiral até chegar aos tonéis e às caves, onde as garrafas ficam envelhecendo.

Bodega ChandonBodega Chandon Bodega Chandon Bodega ChandonBodega Chandon

Fotos: Arquivo pessoal

Durante a visita é possível entender um pouco mais do método de vinificação, aprender algumas palavras técnicas e rebuscadas em francês, bem como compreender a diferença entre os espumantes Extra Brut, Brut e Demi Sec.

Ao final, há a aguardada degustação de três espumantes, incluindo Chandon Brut Rosé e Chandon Extra Brut.

Mas o ponto alto foi mesmo o menu degustação. Seis pratos, todos harmonizados com espumantes!

Nunca tínhamos experimentado um menu degustação harmonizado com espumantes, só com vinhos. O resultado foi surpreendente.

Bodega ChandonBodega Chandon

Fotos: Arquivo pessoal

Começamos com um carpaccio de salmão com rúcula, alcaparras e grana padano. Para acompanhar, Chandon Extra Brut. Um espetáculo!

Bodega Chandon

Foto: Arquivo pessoal

Na sequência, camarões sobre uma cama de abacate e maça verde. Uma combinação surpreendente!

Bodega Chandon

Foto: Arquivo pessoal

Para dar início aos pratos quentes, empanada de camarão e chimichurri acompanhada de Chandon Brut Natural. Esse espumante tem menos borbulhas e parece um vinho.

Bodega Chandon

Foto: Arquivo pessoal

O prato seguinte foi, na minha opinião, o melhor: mollejas confitadas sobre tomates brûlée. O curioso é que não sabíamos o que eram mollejas e não compreendemos a explicação em espanhol do garçom. Só hoje, depois de uma rápida pesquisa na internet, vi que é algo que eu não experimentaria normalmente. Parece que é miúdos, rins ou algo do gênero… Mas posso dizer que quando experimentei, em um momento sem preconceitos, achei o prato mais interessante. O contraste do tomate levemente adocicado com a carne e a salada estava excelente.

Bodega Chandon

Foto: Arquivo pessoal

Para acompanhar, Baron B Extra Brut, um dos espumantes premium da Bodegas Chandon da Argentina.

Para o prato principal, havia duas opções de escolha: vacío en manteca de tomillo con verduras grill, micro tortilla de papas y chimichurri casero (fraldinha com manteiga de tomilho, verduras grelhadas e pequena torta de batata com chimichurri caseiro) ou

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Foto: Arquivo pessoal

braseado de certo con crema de camotes a la vainilla india, zanahorias baby y cabezas de espárragos (carne de porco assada com creme de batata doce e baunilha, cenoura e aspargos).

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Foto: Arquivo pessoal

Eu escolhi o braseado de cerdo, que estava divino! Melhor, na minha opinião, do que o vacío.

Para encerrar, uma torta de coco com sorvete de maracujá acompanhada do espumante Baron B Brut Nature.

Bodega Chandon

Foto: Arquivo pessoal

A sobremesa estava bem leve e refrescante. Porém, achei que faltou um pouquinho de pompa na sua apresentação.

Conclusão: o almoço foi indecente de tão bom e de tanta comida! Só o almoço durou umas 3 horas. Depois da comilança, só conseguimos voltar para o hotel para relaxar na varanda, apreciando o parreiral, a Cordilheira nevada e mais algumas taças de vinhos e espumante.

O preço foi igualmente indecente! Ficou 190 pesos por pessoa (sem gorjeta), algo em torno de R$ 80, já incluída a visita, o almoço e todas as bebidas…

No menu degustação não é possível escolher os pratos. Já são previamente definidos e, no nosso caso, houve apenas a opção de escolha do prato principal. Para quem preferir, há a opção de escolha de pratos individuais. Veja as opções do cardápio do dia em que fomos:

Mendoza

Foto: Arquivo pessoal

A crítica fica por conta do atendimento durante o almoço. Só havia um único garçom para atender todas as mesas. Além disso, em determinado momento, o garçom nos trouxe uma garrafa de espumante que não estava gelada, erro crasso para uma bodega especialista no assunto. Reclamamos e o garçom imediatamente trocou a garrafa.

É necessário reservar com antecedência o tour e, especialmente, o almoço na Bodega, pois o restaurante é pequeno. Mais informações pelos sites www.bodegaschandon.com.ar e www.bodegaschandon.com.ar/Alta/index.htm.

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Sobre Anna Bárbara

É louca por viagens! Nem acaba de chegar de uma viagem e já está pensando nas próximas (no plural, é claro!). Tem o passaporte carimbado em mais de 20 países e é apaixonada pela Ásia, ou melhor, por todos os destinos exóticos. Qual a melhor viagem? "Não há dúvida", diz ela, "a melhor viagem é sempre a próxima".

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