Miami: fuja dos estereótipos e conheça a cidade

Miami é uma cidade grande, com edifícios altíssimos, rodovias enormes e engarrafamento, muito engarrafamento na hora do rush. O que a diferencia das demais metrópoles americanas? Vida noturna agitadíssima, praias quase sempre lotadas, ilhotas charmosíssimas (a maioria artificiais, diga-se de passagem), Ferraris conversíveis cruzando as ruas a todo instante, e muitos latinos. Cubanos, mexicanos e porto-riquenhos estão por toda parte. O idioma da cidade, aliás, já está mais para o espanhol do que para o inglês.

Downtown MiamiMiami Beach

Fotos: Arquivo pessoal

Juntando isso ao clima agradável do Sul da Flórida e ao calor latino, Miami se transformou em uma cidade de sucesso.

Porém, Miami é muitas vezes estereotipada pelos brasileiros como “a cidade para compras”. Convenhamos, Miami vai muito além dos shoppings e outlets.

A minha sugestão: resista às tentações das compras e curta a cidade. Explore os bairros, ande no Metromover (trem gratuito que circula por Downtown Miami), alugue um carro conversível ou mesmo uma bike. Saia para jantar, dançar ou simplesmente tomar um drink nos lounges chiquérrimos dos hotéis badalados. Visite a CocoWalk, as lojas de design do Miami Design District ou caminhe pela Lincoln Road, em South Beach. Perca-se em Little Havana e em Coral Gables. Visite algum dos vários museus, como Rubell Family Art Collection, o De la Cruz Collection ou o Miami Art Museum. Enfim, caminhe pelas ruas da cidade…

Em Downtown Miami, região que concentra a área financeira e empresarial da cidade, os arranha-céus moderníssimos são emblemáticos.

Downtown MiamiDowntown Miami

Fotos: Arquivo pessoal

Mas, além de bancos e empresas, é possível encontrar gigantescos condomínios residenciais, hotéis hypados, como o Viceroy, que dizem ter uma piscina no alto edifício de deixar qualquer um com o queixo caído, e restaurantes concorridíssimos, como Café Sambal, localizado no Hotel Mandarim Oriental, e o Zuma, no igualmente classudo Hotel Epic.

A descrição feita pelo amigo Caio Leonardo que esteve no Zuma é completíssima: “O Zuma fica no Epic, hotel novo e modernoso, em frente à ostentação dos edifícios de Brickell Key, uma ilha que é um triângulo perfeito, tão próxima ao continente que sugere uma Veneza futurista, com dois canais se formando a partir dos seus catetos. O Epic se abre com um estacionamento que é um desfile de luxo de barcos (de 40 metros) e de carros (não se espante se vir um Bugatti Veyron por ali). O estacionamento precede espetacularmente seu lobby de pé direito de por volta de oito metros. A decoração é clean: poucos objetos; os poucos, de arte (contemporânea); e muita atenção à iluminação, que os levará para uma atmosfera feérica. Dentro, gente bonita e descolada. Atenção às janelas de sete metros de altura, de ponta a ponta, do chão ao teto, com vista para a tal Veneza futurista. Servem dezenas de rótulos de saquê – seco, frutado, variações que eu nem imaginava existir.”

Atravessando uma das várias pontes, chega-se à ilha de Miami Beach. South Beach é o bairro mais conhecidos de Miami Beach, mas há também Mid Beach, North Beach e Bal Harbour, entre outros. Li na internet que “New York might be the city that never sleeps, but Miami Beach is the party that never stops! From beautiful, sunny beaches (full of beautiful, famous people!) to a raging nightlife, there’s always something exciting to do on the beach.” (Nova York pode ser a cidade que nunca dorme, mas Miami Beach é a festa que nunca termina. Das partes bonitas e ensolaradas (lotadas de gente famosa) a uma vida noturna agitada, sempre há algo interessante para fazer na praia). Esse é bem o espírito de Miami Beach, e principalmente de South Beach.

South BeachSouth Beach Miami Beach

Fotos: Arquivo pessoal. Fotos tiradas no passeio de helicóptero.

O calçadão em frente à praia vive lotado de pessoas praticando exercícios, todos com corpos torneados, resultado de cirurgia plátisca ou não…

O visual do Art Deco Distrit, com seus prédios em tons pastéis e inspiração náutica, datados das décadas de 1920 e 1930, é único. O charme fica por conta do bares e restaurantes nas calçadas em frente à praia, onde os pedestres se esforçam para caminhar entre as várias mesas.

Na Lincoln Road existem inúmeros bares, restaurantes e lojas. Ali só trânsitam pedestres e a dica é sentar em alguns dos bares, de preferência nas mesas na calçada, para curtir o movimento.

Lincoln Road

Foto: Arquivo pessoal

Para uma noitada mais agitada, sugiro um drink ou jantar num dos restaurantes/lounges dos vários hotéis badalados, como o W South Beach, o Fontainebleau e o Perry South Beach, e na sequência dançar na boate desses hotéis.

Se for um dia de domingo, dizem que o agito é garantido no brunch do Nikki Beach, uma espécie de beach club, com direito música, gente bonita e a muitas camas e bangalôs na areia. Pena que fomos no inverno e ventava demais. O lugar estava deserto. Mesmo assim, fica a dica para os dias de verão…

Voltando ao continente, o Miami Design District é uma região a ser explorada. Ainda que obras de arte e objetos (caríssimos) de design não estejam em sua lista de compras, vale a visita. As lojas são chiquérrimas e algumas trazem objetos bem curiosos. Os restaurantes são movimentadíssimos. Mesmo com as ruas bem sossegadas, havia fila no dia em que fomos para conseguir uma mesa no Michael´s Genuine Food & Drink. Felizmente, tínhamos reserva.

Ao sul de Downtown Miami, fica a região do Coconut Grove, com o famoso conjunto de lojas a céu aberto chamado de Cocowalk. Bem próximo, fica a região de Coral Gables, contruída ao estilo mediterrâneo, e conhecida como The Beautiful City.

Já em Little Havana, também conhecida como Calle Ocho, por estar localizada na 8th Street entre as Avenidas 12th e 27th, tudo lembra Cuba. A música é salsa ou rumba e as comidas típicas variadas, como direito até a charuto cubano.

Para terminar, deixo registrado que a ostentação faz parte do clima de Miami. Não em todos os lugares, é claro… O importante é que só entra no clima “chiques e famosos” quem quer. A cidade tem atrativos e diversões para todos os bolsos.

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Sobre Anna Bárbara

É louca por viagens! Nem acaba de chegar de uma viagem e já está pensando nas próximas (no plural, é claro!). Tem o passaporte carimbado em mais de 20 países e é apaixonada pela Ásia, ou melhor, por todos os destinos exóticos. Qual a melhor viagem? "Não há dúvida", diz ela, "a melhor viagem é sempre a próxima".

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