É chegada a hora de conhecer o quinto e último Estado dessa road trip. Atravessamos a fronteira da Georgia com a Flórida bem cedo e fizemos uma parada técnica em Amelia Island para um rápido café, antes de seguirmos viagem para Jacksonville. A cidade é mais uma que entra para os cenários de filme. Linda e tranquila.

Chegamos em Jacksonville já próximos ao horário do almoço e fomos conhecer o belo resort e spa One Ocean, um dos maiores e mais requintados do norte da Flórida. Está localizado na praia de Atlantic Beach e por não ser fechado aos hóspedes, seu spa e restaurante são muito frequentados por turistas e moradores da região.

Almoçamos no Azurea, o requintado restaurante do resort One Ocean. Ele serve pratos inspirados na culinária do Caribe, Europa e dos Estados Unidos, sempre com uma apresentação impecável e serviço de excelência. Está aberto ao público externo e é recomendável reserva antecipada, principalmente durante o jantar e na alta temporada.

Após o almoço, caminhamos um pouco na praia em frente ao hotel e em seguida fomos conhecer o mais novo e maior shopping do norte da Flórida, o St. Johns Town Center. O complexo é tão grande, que possui condomínios e hotéis – sim, no plural! – dentro dele. São muitas lojas para todos os públicos e estilos. De Target e Ross Dress for Less a Louis Vuitton e Tiffany & Co.

Ele segue em expansão e está prevista a inauguração de uma das maiores lojas da Nordstrom dos EUA. Apesar de não ser outlet, é possível encontrar ótimas preços, que ficam ainda melhor com os cupons de desconto disponibilizados no Centro de Visitantes do local. Não deixe de pegar o seu!

De Jacksonville seguimos para Saint Augustine, a cidade mais antiga dos Estados Unidos e que completou 500 anos em 2013. Está a menos de duas horas de carro partindo de Orlando e pode-se dizer que é a Disney da vida real. Com muita história e uma diversidade cultural incrível, St. Augustine tem muito a oferecer aos seus visitantes.

No hospedamos no Bayfront Marin House, uma pousada deliciosa de frente para o rio Matanzas e próximo à ponte dos leões. Eles possuem quartos requintados e muito confortáveis. Itens como banheira de hidromassagem ao lado da cama, fazem dele uma ótima escolha para relaxar durante a estada em St. Augustine. Um destaque para nós brasileiros, é que a pousada possui em sua equipe a Cláudia e a Heloísa, duas brasileiras simpáticas que estão sempre dispostas a te atender da melhor forma.

A pousada ainda disponibiliza no fim da tarde um happy hour com aperitivos, algumas opções de soft drinks e vinho sem custo adicional. Nesse horário também é solicitado que os hospedes preencham um pequeno formulário com as suas solicitações de café da manhã, com a opção de escolha do local onde será servido. Eles fazem isso para evitar desperdícios e manter a sustentabilidade. Gostei da iniciativa!

No fim da tarde fizemos um passeio de carruagem pelo centro histórico de St. Augustine. O Mark, nosso guia do passeio, nos levou para conhecer as construções centenárias e nos explicou sobre os diferentes períodos que a cidade viveu.

Desde os índios aos espanhóis, ingleses e piratas que atacaram a cidade, aos americanos. Há prédios e casas que retratam bem cada período, mesmo após os incêndios e ataques que a cidade sofreu.

Encerramos o nosso passeio no Old City House Inn and Restaurant, um restaurante inspirado na cultura ibérica, mas que possui pratos com influências de diversas culturas. O chef – que é polonês – faz com que a refeição vire uma experiência sensorial, envolvendo vários sentidos ao servir cada prato. Sem dúvidas, a melhor refeição de toda a viagem. Um fantástico fim de noite… :)

 

 

Diego Paiva viajou a convite do Discover America.

 

Um mês após o nosso aniversário de 4 anos, completamos 4 milhões de page views!

É isso mesmo: 4.000.000 de page views!!!!

Moscou

Estamos muito felizes com o resultados e devemos tudo isso a vocês!

Fica então o nosso agradecimento aos nossos leitores que nos acompanham, que nos incentivam e que, de uma forma ou de outra, estão sempre contribuindo com o blog. Muito obrigada!!! :D

Que venham mais viagens, mais roteiros, mais diversão e mais histórias para contar!

Quinto dia de viagem e um destino que até então, nunca tínhamos ouvido falar. Partimos de Savannah rumo às Golden Isles, mais especificamente para maior ilha da região, chamada de St. Simons.

As Golden Isles estão exatamente no meio do caminho entre a cidade de Savannah – Georgia e Jacksonville – Flórida. A região é formada pela cidade de Brunswick (única continental) e as ilhas St. Simons Island, Sea Island, Little St. Simons Island e Jekyll Island.

Após uma hora e meia de estrada, chegamos ao Georgia Sea Turtle Center, bem na entrada das Golden Isles. O local é um centro de preservação das tartarugas marinhas e eles possuem diversos programas educativos, de proteção e de reabilitação dos animais.

Uma das coisas interessantes que pudemos observar ao longo desses dias de viagem, é que a grande maioria das atrações possuíam programações voltadas para as crianças. Em todos os casos os programas eram educativos e serviam para conscientizar os pequenos. Todos pareciam se divertir bastante!

O arquipélago das Golden Isles é bem extenso e nada melhor que um passeio de barco para explorar a região. Para isso, nos dirigimos ao Village Creek Landing, onde partimos para uma expedição de mais de duas horas entre St. Simons, Sea Island e Little St. Simons Island. Fomos guiados pelo Michael, que é guia da Southeast Adventure Outfiters e que conhece a área como a palma da mão.

Vimos golfinhos, diversos tipos de aves, uma vegetação bem diferente do que estamos acostumados e algumas praias do arquipélago. O nosso guia foi um excelente anfitrião, pois explicou tudo sobre o ecossistema local e respondeu a todas as perguntas que fizemos durante o passeio, com paradas estratégicas para fotografias.

Amantes da pesca e do golfe vão adorar, afinal, as ilhas tem inúmeros pontos de pescaria autorizados e por volta de cem buracos de golfe. Resorts isolados e cheios de mordomias também fazem parte das Golden Isles, com tarifas que podem chegar a 7 mil dólares por noite em nome do luxo, conforto e privacidade.

Encerrada a boat trip, seguimos para o centro de St. Simons. Nos surpreendemos com a tranquilidade do lugar! É sem dúvidas um ponto de descanso perfeito durante uma viagem de carro. Aproveitamos para jantar no Cath 228 Oyster Bar Grill, que possui um ambiente bem descontraído e com musica ao vivo. Os pratos estavam deliciosos, mas o destaque mesmo ficou para a batata doce chips com molho de gorgonzola.

Antes de partir para o hotel, passamos na doceria St. Simons Sweets para um sorvete de sobremesa. Detalhe para a calda “tamanho família”, rs! De lá, seguimos a pé para o píer de St. Simons, onde presenciamos o por do sol mais bonito da viagem. O píer é sem dúvidas o principal ponto de encontro da cidade, pois estava bem cheio de famílias, turmas de amigos, casais e crianças.

A nossa última hospedagem na Georgia, ficou a cargo do charmoso Village Inn and Pub. O hotel é bastante confortável e espaçoso, com piscina a disposição para se refrescar nos dias quentes de verão. O bar do hotel é ponto de encontro da cidade, pois também atende não hospedes.

A única ressalva é que se quiser um pouco mais de privacidade, precisará de um quarto no primeiro andar, ou ficar o tempo todo com as persianas do térreo fechadas. Cada quarto tem o nome de uma personalidade americana e um quadro com a sua foto e história dentro dele. Há também um diário em cada apartamento, onde os hóspedes deixam a sua impressão sobre a estada e uma mensagem para os funcionários.

 

Diego Paiva viajou a convite do Discover America.

Chegamos à metade da nossa viagem nos despedindo da Carolina do Sul. No quinto dia de viagem, entramos no quarto Estado americano a ser visitado durante essa road trip! Foram 107 milhas percorridas em 2 horas de estrada entre Charleston – Carolina do Sul e Savannah – Georgia, sem paradas.

Madison Square - Savannah

A palavra para definir Savannah é diversidade. Não é a toa que a cidade possui mais de 40 opções de tours completamente diferentes a serem feitos por lá. Caminhar pelas mais de 20 praças na parte histórica da cidade, curtir os bares, restaurantes e feiras da River Street, conhecer os artistas locais no City Market são só algumas das opções de atividades a serem realizadas.

Emmet Park - Savannah

Savannah

Começamos a explorar a cidade visitando a Savannah College of Art and Design – SCAD, que possui uma loja sensacional com os itens produzidos pelos alunos da escola. Ali é possível pegar um mapa que mostra onde estão todas as praças do centro histórico e as demais escolas do SCAD. Exploramos mais um pouco a área antes de seguirmos para o hotel The Brice, da rede Kimpton.

SCAD - Savannah

O The Brice é um hotel boutique que mistura luxo com uma pitada cool. Você vê o diferencial deles em cada detalhe do hotel: desde a recepção num fim de tarde com vinhos e aperitivos ao quarto moderno e funcional, com dock station, smart TV, amenities de alta qualidade e até um tapete de ioga em cada apartamento. Bebidas premium e mini bar recheado de opções para todos os gostos completam o pacote. Foi inaugurado no final de maio deste ano e está novíssimo!

The Brice by Kimpton

The Brice by Kimpton

The Brice by Kimpton

Se precisar, o hotel disponibiliza vários itens gratuitamente para os hóspedes, como bicicletas e guarda-chuva. Gostou e quer levar para casa? O hotel possui uma loja online, que vende desde a cama utilizada na rede, à bicicleta com o selo Kimpton. O bar/restaurante do hotel fica bastante cheio e animado à noite, mas o isolamento acústico é excelente.

The Brice by Kimpton

Pacci Italian Kitchen + Bar - The Brice by Kimpton

Do hotel, que fica no centro histórico de Savannah, mas está a apenas uma quadra da River Street, seguimos a pé para o restaurante onde almoçamos. O The Olde Pink House é uma excelente opção para alimentar o corpo e a alma. Além dos pratos deliciosos, o restaurante funciona numa casa centenária toda restaurada e cheia de histórias, inclusive algumas são de arrepiar…

The Olde Pink House - Savannah

The Olde Pink House - Savannah

The Olde Pink House - Savannah

The Olde Pink House - Savannah

A melhor parte? Os pratos são baratíssimos para o nível do restaurante e do que é servido – tanto em qualidade, como em quantidade. Para ter uma ideia, apenas 1 prato custa mais que US$20! A dúzia de ostras custa US$21 (em Julho de 2014).A apresentação é tão caprichada, que dá até dó de desmanchar a arte do chef, rs. Mas posso garantir que vale a pena só tirar uma foto de lembrança e se servir, pois o sabor é fantástico!

The Olde Pink House - Savannah

The Olde Pink House - Savannah

The Olde Pink House - Savannah

The Olde Pink House - Savannah

Após o almoço, seguimos explorando a cidade e optamos por fazer o passeio de barco pelo rio Savannah a bordo do Georgia Queen, da empresa Savannah Riverboat Cruises. O passeio é feito em aproximadamente uma hora, com diversas histórias curiosas que o capitão conta sobre a cidade, desde a sua fundação até os dias atuais. Além de conhecer mais sobre Savannah, o passeio permite ver a cidade de outro ângulo.

Savannah from Georgia Queen

Assim que desembarcamos, fomos caminhar na river walk para ver o movimento da cidade na região e acabamos conhecendo os mercados e feiras ao longo do calçadão. Artistas locais expõem os seus trabalhos e criações, para que os visitantes possam levar uma lembrança original de Savannah.

Menina acenando - Savannah

Street Art - Savannah

Na volta para o hotel, ao optarmos pelo caminho por dentro do Centro Histórico, vimos vários outros operadores de tours pela cidade. Bike tour, slow ride tour e até mesmo o divertido ghost tour, que leva os turistas a lugares “mal assombrados” da cidade – que já foi eleita a mais mal assombrada dos EUA – a bordo de nada menos que um carro de funerária conversível! É hilário!

Savannah - Georgia

Savannah

Slow Ride Savannah

Para encerrar o dia da melhor forma possível, recomendo assistir o pôr do sol no rooftop bar do hotel Bohemian, é espetacular! Chamado de Rocks on the Roof, o bar oferece diversas opções de drinks em um ambiente sofisticado e com ótima música. Apenas maiores de idade podem frequentar e um documento de identificação é solicitado na entrada.

Por do sol - Savannah

 

Diego Paiva viajou a convite do Discover America

No quarto dia pela Costa do Atlântico dos Estados Unidos, fizemos uma pequena parada em Georgetown para tomar o café da manhã. Essa região da Carolina do Sul, que se estende até a Flórida, possui muitas cidades que parecem ter saído de um filme de Hollywood.

Georgetown - Carolina do Sul

O que não é nenhum exagero, tanto que a nossa primeira visita do dia foi a uma fazenda que serviu de locação para vários filmes, incluindo o grande sucesso Forrest Gump. A Boone Hall Plantation está localizada na região de Mt. Pleasant e foi uma fazenda de escravos, que atualmente é aberta a visitação.

Boone Hall Plantation

O lugar é realmente cinematográfico, pois desde a entrada as árvores de carvalho impressionam, enquanto no fundo se vê a grande casa com os seus belos jardins.

Boone Hall Plantation

Boone Hall Plantation

A fazenda ainda mantém a mesma configuração de quando foi construída, há mais de 300 anos. É possível visitar a casa principal, as casas dos escravos – quem assistiu 12 Anos de Escravidão também se sente imerso no filme – e a área próxima ao local onde era estocado algodão para exportação.

Boone Hall Plantation

Há tours guiados a cada hora e também há performances de atores e atrizes que contam as histórias dos negros na América do Norte. A entrada na fazenda custa US$20 adulto e US$10 criança.

Boone Hall Plantation

Boone Hall Plantation

Da Boone Hall Plantation, seguimos para o almoço na Boone Hall Farms, que fica no caminho entre a fazenda e a cidade de Charleston, nosso destino final do dia. O Boone Hall Farms vende os produtos produzidos na região, inclusive os pêssegos e as blueberries / blackberries que estão no período de colheita.

Boone Hall Farms

Acredite ou não, isso era “apenas” um sanduíche de frango para uma pessoa (rs):

Boone Hall Farms

Dirigindo por mais 8 milhas ao sul, chegamos na linda Charleston, a segunda cidade mais populosa da Carolina do Sul e que foi eleita em 2013 como a mais amigável da América pela Condé Nast Traveler. Nela comemoramos o Dia da Independência dos Estados Unidos, o famoso 4 de Julho!

Charleston

Charleston

Charleston

A recepção e acomodação ficou a cargo do excelente The Mills House Wyndham Grand Hotel, localizado no coração de Charleston. O hotel possui uma decoração clássica, que prioriza o conforto e o bem estar dos hóspedes. A sua localização estratégica, permite que conheça o principais pontos da cidade a pé.

The Mills House Wyndham Grand Hotel

The Mills House Wyndham Grand Hotel

The Mills House Wyndham Grand Hotel

The Mills House Wyndham Grand Hotel

Do hotel nós fomos rumo ao Rainbow Market, onde está localizada a agência de turismo Bulldog Tours. Acabamos fechando um walking tour gastronômico pelas ruas históricas de Charleston. Vocês lembram do almoço? Pois é… Nem deu tempo de fazer a digestão e já estávamos comendo de novo! hahaha O bom é que o tour foi feito a pé, então ajudou a gastar as calorias. ;-D

Walking tour gastronômico em Charleston

Durante o walking tour conhecemos um pouco mais da história da cidade e muitos dos seus sabores e aromas. Fomos a uma padaria, onde tomamos um chá gelado e provamos um prato com base de milho, passamos por um restaurante especializado em frutos do mar, visitamos uma casa de chás e temperos que ficará para sempre na memória, provamos os pralines mais famosos do mundo e fechamos a caminhada comendo um churrasco feito de carne de porco que desmanchava na boca!

Walking tour gastronômico em Charleston

Walking tour gastronômico em Charleston

Walking tour gastronômico em Charleston

Sem dúvidas é uma forma fantástica de conhecer uma cidade como Charleston.

Ainda envolvidos pelos sabores da cidade, voltamos ao hotel para nos preparar para a grande festa da noite, os fogos do 4 de Julho. Confesso que estava bastante ansioso, pois seria num local muito especial e emblemático para a data: o porta-aviões USS Yorktown!

4th July - USS Yorktown

O Dia da Independência é uma data bastante comemorada pelos norte americanos, pois além de todo o significado histórico, a data coincide com as férias escolares e inicio do verão, quando todas as famílias se reúnem para fazer piqueniques e churrascos ao ar livre. Ou seja, é uma grande festa nacional.

4th July - USS Yorktown

Embarcamos no USS Yorktown por volta das 19h e pudemos circular entre os aviões e demais itens da marinha americana. O navio está ancorado em Charleston há muitos anos e está aberto diariamente para visitação, pois foi convertido num museu flutuante.

Nele é possível ver aviões reais de guerra de vários períodos diferentes, réplicas em miniatura de outros navios da marinha dos Estados Unidos, além de alojamentos, salas de treinamento, entre outros espaços de livre circulação.

4th July - USS Yorktown

Por volta das 21:15h as mais de 2.000 pessoas presentes puderam conferir o show pirotécnico preparado para a ocasião. Foram 20 minutos de muita emoção por parte dos americanos e de diversas demonstrações de patriotismo. Uma experiência inesquecível!

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Diego Paiva viajou a convite do Discover America.

Começamos o nosso terceiro dia de road trip nos despedindo da Carolina do Norte. Para isso, nada melhor que conhecer o centro histórico de Wilmington num passeio de carruagem pelos quarteirões de casas centenárias.

São 230 quarteirões na região de Cape Fear River com casas e lojas que mantém as suas fachadas originais, ou restauradas para que mantenham o mesmo aspecto de quando foram construídas. Eles levam tão a sério essa preocupação com o patrimônio histórico da cidade, que o morador pode comprar uma placa com a história daquela propriedade e colocar bem na entrada da casa / loja.

O bacana é que quem visita a cidade, pode conhecer mais da história da região apenas lendo as placas penduradas. Sendo que as placas de cor preta, indicam as construções centenárias. Além disso, a região de Wilmington, assim como o Arlie Gardens, também já foi e segue sendo utilizada para a gravação de filmes e séries.

Pegamos o carro e em aproximadamente uma hora pela US-17N, atravessamos a fronteira da Carolina do Norte com a Carolina do Sul. A primeira parada não podia ser em um lugar melhor que Myrtle Beach! A cidade famosa internacionalmente por suas belas praias, dezenas de campos de mini golfe e excelente culinária.

Nossa primeira parada nem Myrtle Beach foi no Hawaiian Rumble Mini Golf. Myrtle Beach possui mais de 100 campos de mini golf e o Hawaiian Rumble Mini Golf é o mais tradicional, além do único onde há uma competição que jogadores do país inteiro participam. Qualquer pessoa pode brincar nos campos, levando a sério ou encarando apenas como uma diversão – conforme a maioria das pessoas.

Na nossa segunda parada na cidade, conhecemos uma marca registrada de Myrtle Beach: o shag dance. O Fat Harold’s Beach Club é o melhor lugar para aprender a dançar o ritmo da Carolina do Sul. Com vários ambientes e pistas de dança para todos os níveis, você pode ir só para curtir o clima e conhecer o bar, ou se arriscar nos passos do shag dance. Nos divertimos tentando aprender!

Na seqüência, descobrimos que Myrtle Beach tem um verdadeiro santuário dos jacarés e répteis. O Alligator Adventure abriga quase mil jacarés das mais variadas idades e tamanhos, além de outros répteis, como cobras e lagartos. Eles fazem um tour pelo local, explicando sobre a vida dos animais e como são cuidados, além de conscientizar sobre a necessidade dos répteis no ecossitema. No fim do tour, é possível ter contato com um pequeno jacaré de 3 anos e senti-lo nas mãos.

E quem disse que Myrtle Beach é só praia, se engana! O WonderWorks, nosso próximo ponto de parada é prova disso, e só ele tem entretenimento indoor para o dia inteiro. Como São Pedro não colaborou muito na nossa visita à cidade e choveu bastante, o local estava mais cheio do que o normal, mas mesmo assim dava para curtir todos os ambientes.

O prédio simula uma casa que teria voado após a passagem do furacão Hugo, que atingiu a região em 1989. É engraçado ver tudo de cabeça para baixo, rs. Dentro dele, há diversas atrações espalhadas por 4 andares com brinquedos educativos e voltados para a ciência, que vão de bolas que se movem com a força do pensamento a cama de pregos, que não machucam. Então já sabe: choveu? Não se preocupe que há muito o que fazer em Myrtle Beach.

Em seguida, fomos convidados para almoçar no The Originals Benjamin’s Calabash Seafood e esperávamos só mais um restaurante especializado em peixes e frutos do mar. Que engano! Ele é O restaurante. Com nove salões e temática marítima, a sensação é de entrar num parque temático. Há réplicas de barcos em tamanho real, navios em escalas grandiosas e decoração que te transporta diretamente para o fundo do mar.

São servidos todos os dias mais de 170 pratos, com opções para alérgicos a frutos do mar e vegetarianos também. 300 funcionários – todos vestidos a caráter – estão a postos para atender os clientes, que podem chegar a até mil pessoas simultaneamente. O sistema é de “coma o quanto puder” por um valor único por pessoa: 35 dólares.

Ficou impressionado com as miniaturas dos barcos, navios e demais itens espalhados pelo restaurante? Saiba que eles são fabricados – há cerca de 30 anos – ali mesmo pelo artista Jimmy Frost, numa sala aberta onde é permitida a visitação. Todos os barcos são exclusivos e montados unicamente para uso no restaurante.

Se o dia estiver ensolarado durante a sua passagem por Myrtle Beach, saiba que o point da cidade e o boardwalk, onde fica a  SkyWheel. Da roda gigante de 57 metros de altura é possível visualizar toda a cidade e ter uma vista única da praia. Vá no fim do dia, que terá a chance de ver um por do sol inesquecível. Há vários bares e lojas no entorno dela, onde poderá curtir o clima de praia da cidade.

Quer fechar o dia com musica ao vivo – super animada -, comida deliciosa e uma bela vista para o mar? O Dead Dog Saloon é sem dúvidas a melhor opção. Ele está localizado na região de Murells Inlet e possui acesso direto à marina do local. Conta com dois bares, área de mesas comuns e dois decks, um interno e outro externo, para apreciar a boa musica e os sabores da Carolina do Sul. Também é possível alugar caiaques e jet ski numa das entradas do restaurante.

Nossa primeira hospedagem na Carolina do Sul foi na região de Pawleys Island, no Pawleys Plantation Golf & Country Club, um clube de golfe – esse em proporções normais, rs – que existe há 200 anos, onde os sócios e interessados no assunto podem se hospedar e praticar o esporte.

O apartamento é completo e tem todos os utensílios para fazer você se sentir em casa. Muitas pessoas alugam para ir com a família inteira e ficar hospedado durante uma temporada, então tem cozinha equipada, maquinas de lavar e secar roupas, além de quartos amplos com closet e banheiro com hidromassagem.

 

Diego Paiva viajou a convite do Discover America