Viajar Sempre!

O destino a gente escolhe depois...

Adoramos viajar e mais ainda compartilhar as nossas experiências.... Confira desde dicas básicas de viagens a dicas de hotéis, passeios e restaurantes. Aproveite e boa viagem!

O Centro Histórico da Cidade do México é um lugar rico em história. Ali era o centro do Império Azteca. Ocorre que com a chegada dos colonizadores espanhóis, a cidade asteca de Tenochtitlán foi completamente destruída e, em cima das ruínas, foram erguidas construições espanholas, que permanecem até hoje, como símbolo do triunfo dos conquistadores.

Para conhecer toda a área do centro histórico da Cidade do México, a melhor opção é uma caminhada guiada.

O walking tour começa em frente ao Hostel Catedral, na rua Republica de Guatemala n. 4, exatamente atrás da Catedral Metropolitana da Cidade do México.

Centro Histórico

De lá, segue-se por ruas movimentadas até o imponente Palacio de Bellas Artes, onde se nota a presença de elementos clássicos e pré-colombianos, que bem demonstram o sincretismo cultural do povo mexicano.

Centro Histórico Interior do Palácio de Bellas Artes

No caminho, o guia conta um pouco da história mexicana e também revela curiosidades, como, por exemplo, a diferença de perspectiva na estátua do rei Carlos IV de Espanha. Como cavalo parece ter mais destaque do que o próprio rei, o monumento é conhecido como “El Caballito“.

Centro Histórico

O tour prossegue pela Calle Francisco Madero, uma via exclusiva para pedestres, onde o vai e vem de gente é constante.

Calle Francisco Madero

Nesta rua se encontra a bela Casa de los Azulejos, uma palácio do século XVIII, cuja fachada é toda revestida em azulejos talavera poblana, uma cerâmica típica de Puebla. Hoje no lugar funciona uma das várias lojas de departamento Sanborns, de propriedade do o mexicano Carlos Slim, o homem mais rico do mundo.

Casa de los Azulejos

Casa de los Azulejos

Interior da Casa de los Azulejos

Típica piñata mexicana enfeitando o interior da Casa de los Azulejos
Centro HistóricoSenhora se apresentando com seu instrumento musical na Calle Francisco Madero

Ao final da Calle Francisco Madero, encontra-se a Plaza de la Constitución, ou simplesmente Zócalo. É a maior praça do México e uma das maiores do mundo.

No mês de dezembro/2011 a praça estava tomada pelas festividades natalinas. A árvore de Natal e a pista artificial de patinação gelo ocupavam quase todo o seu espaço.

Plaza de la Constitución

Se você já tiver visitado Lima, a sensação de déjà vu será inevitável. A Plaza de la Constitución guarda muitas semelhanças com a Plaza Mayor em Lima no Peru.

Na Plaza de la Constitución estão a sede do Poder Executivo – o Palacio Nacional e Catedral Metropolitana da Cidade do México.

Ingressamos na Catedral e depois observamos por fora o Palacio Nacional e a zona arqueológica Templo Mayor, onde é possível ver as ruínas dos templos aztecas. Contudo, por ser segunda-feira, todos os museus estavam fechados. Por isso, não conseguimos ver as pinturas de Diego Rivera no Palácio de Belas Artes e no Palácio Nacional, nem ingressamos no Templo Mayor, o que é normalmente visitado no tour. Fica então a dica: podendo escolher, não faça o tour às segundas.

O tour é organizado pela empresa Wayak e ocorre às segundas, quartas, sextas e domingos. As saídas são às 10h, em frente ao Hostel Catedral (Calle Republica de Guatemala n. 4). O passeio é gratuito e tem duração aproximada de 2h30. É conveniente se cadastrar no site http://wayakbus.com/tours.aspx, para se inscrever no passeio.

A Wayak também organiza walking tour gratuito na área do Castelo de Chapultepec e Museo de Antropologia, duas famosas atrações turísticas da Cidade do México. Imagino que também seja interessante. Veja os detalhes aqui.

Por fim, deixo aqui nossos agradecimentos aos queridos Rafael Carvalho e Luciana Almeida, autores dos blogs Esse mundo é nosso e Roteiros da Lu, que nos passaram várias dicas do México pelo twitter, inclusive essa do walking tour gratuito pelo Centro Histórico. Adoramos!

Não faltam imagens marcantes da Amazônia. Em um passeio de barco pelo igarapé, vimos vitórias-régias, ouvimos o canto dos pássaros e fotogramos a samaúma – a maior árvore da floresta.

Avistamos também o encontro das águas dos rios Negro e Solimões e ainda participamos de uma pescaria ecologicamente correta de pirarucu (o peixe é depois devolvido para a água). Trocamos um dedo de prosa com ribeirinhos e ainda visitamos uma casa flutuante, típica da região.

Veja um pouquinho da Amazônia no nosso vídeo.

Imagem de Amostra do You Tube

Não é à toa que o The Peak – a maior montanha de Hong Kong – é a atração mais visitada na cidade. A vista é especular, estonteante, maravilhosa e todos os demais adjetivos semelhantes.

The Peak

Para chegar até lá, a melhor forma é pegar o The Peak Tram, um funicular que sai da rua Garden Road, nas proximidades do metrô Central. Veja aqui como chegar até o Peak Tram Lower Terminus.

The Peak Tram

A dica é chegar cedo para evitar filas, de preferência até às 10h da manhã. Chegamos nesse horário e estava bem tranquilo. Sem fila alguma.

The Peak The Peak

Em compensação, quando fomos embora…

The Peak The Peak

Os trens partem a cada 10 minutos e o ingressos são comprados ali mesmo. O ticket de ida e volta custa HGD 40 (cerca de R$ 9) para adultos e HGD 18 (cerca de R$ 4) para criança até 11 anos e maiores de 65 anos. O cartão do metrô – Octopus Card – também pode ser utilizado para comprar o ingresso do funicular.

Recomendo adquirir o Peak Tram Sky Pass (HGD 65 para adultos – cerca de R$ 15). Esse ticket inclui, além do ingresso ao funicular, o acesso ao Sky Terrace 428, o observatório mais alto do The Peak, com vista panorâmica de 360º.

Uma vez no The Peak Tram, sente-se do lado direito na hora da subida e do esquerdo na descida, são os melhores lugares. E prepare a câmera fotográfica!

The Peak Tram

Ao desembarcar do funicular, você já estará na Peak Tower, um edifício moderno, quase todo revestido em vidro, que abriga várias lojas, restaurantes, além do museu de cera Madame Tussauds e o Sky Terrace 428.

The Peak

O Sky Terrace 428 é, sem dúvida, o grande destaque. Fica a 428 metros acima do nível do mar e tem uma ampla área panorâmica.

The Peak

A vista é de tirar o fôlego, mesmo com a neblina constante!

The PeakThe PeakThe PeakThe PeakThe Peak

Depois de muitas fotografias, não deixe de caminhar pela base da Peak Tower e quem sabe fazer uma trilha em meio à mata. São 4 rotas com duração de 10 minutos a 1 hora, todas bem sinalizadas.

Para quem preferir fazer umas comprinhas, fica a dica: adorei as gravuras de um pintor que estava expondo por ali de forma meio improvisada. Não deixe de pechinchar. O preço quase cai pela metade depois da negociação.

The Peak

Se optar por não subir ao Sky Terrace 428, saiba que a vista da base da Peak Tower já vale o passeio.

The Peak

Na parte superior da foto, o Sky Terrace 428. Na parte inferior, os observatórios na base da Peak Tower

The Peak

Vista de um dos mirantes na base da Peak Tower

Na hora da fome, há várias opções de restaurantes e lanchonetes, com ou sem vista. Veja os detalhes aqui.

The Peak

O passeio é ótimo! Um must para os turistas que visitam Hong Kong pela primeira vez.

Se puder, vá de manhã, ao entardecer e à noite. Se o tempo for curto e tiver que escolher, a minha sugestão é ir ao The Peak no início da manhã e deixar para ir à noite ao Sky 100, o observatório localizado no 100º andar do ICC Tower, o 4º prédio mais alto do mundo, que costuma ser um pouco mais vazio.

Funcionamento: O The Peak Tram funciona diariamente de 7h a meia-noite. O Sky Terrace 428 e a Peak Tower funcionam de segunda a sexta de 10h às 23h, e sábados, domingos e feriados de 8h às 23h.

Para quem gosta de hotéis que valorizam a arquitetura e o design, a rede mexicana de hotéis Grupo Habita é uma ótima escolha.

São 12 hotéis espalhados pelas cidades de Playa del Carmen, Cidade do México, Monterrey, Puebla, Acapulco e Veracruz, além de um recém inagurado em Nova York. Cada qual tem as suas peculiaridades e estilo. Em comum, projetos modernos e ousados, como os das fotos abaixo.

Fotos de Hotéis do Grupo Habita

Foto: Reprodução. Hotel Habita MTY em Monterrey. www.hotelhabitamty.com/conoce.html

Fotos de Hotéis do Grupo HabitaFotos de Hotéis do Grupo Habita

Fotos: Reprodução. Hotel Distrito Capital na Cidade do México. www.hoteldistritocapital.com/conoce.html

Escolhemos o Hotel Habita, o primeiro hotel design da Cidade do México e um dos vencedores do prêmio Travellers’ Choice 2012 pelo Trip Advisor na categoria “mais modernos”.

Localizado no bairro de Polanco, o hotel tem uma entrada discreta e paredes de vidros que revestem a fachada de cima a baixo. Logo na entrada fica o restaurante, uma livraria e a recepção.

Hotel HabitaHotel Habita

Fizemos a reserva através do DesignHotels, um site que conta com uma seleção de hotéis design ao redor do mundo. Quando chegamos no hotel, fomos simpáticos e perguntamos sobre a possibilidade de fazer um upgrade de quarto e… Bingo! Conseguimos o upgrade! Veja mais dicas para tentar um upgrade gratuito no post Upgrade gratuito de quarto: pura sorte ou não?

Ficamos no quarto Superior King, um quarto relativamente espaçoso e totalmente minimalista.

Hotel HabitaHotel HabitaHotel Habita

A revista sobre a cama e a cestinha de limões deram um toque moderno ao ambiente.

Hotel Habita Hotel Habita

O banheiro segue a mesma linha clean.

Hotel Habita

No último andar do prédio tem uma mini piscina com vista para a cidade.

Fotos de Hotéis do Grupo Habita

Foto: Reprodução. www.hotelhabita.com/explora.html

A localização é um dos trunfos do hotel. Na Avenida Presidente Masaryk, onde está situado o hotel, há vários restaurantes e bares charmosos. Opções de compras também não faltam. É possível ir caminhando até as renomadas lojas internacionais como Louis Vuitton, Bulgari, Tiffany’s… Ali próximo fica o Museu de Antropologia e o Castelo de Chapultepec, que também podem ser facilmente acessados a pé.

A crítica fica por conta dos serviços. Muitas vezes só havia um atendente na recepção, o que gerava uma fila de hóspedes querendo informações ou fazer check in/check out. Na véspera de Natal, o restaurante do hotel não funcionou e ficamos sem opção de ceia. Resumindo, achamos o serviço bastante ruim.

Gostamos do hotel, mas confesso que fiquei mais impressionada com as fotos do Hotel Distrito Capital, também na Cidade do México e do mesmo Grupo Habita.

End: Av. Presidente Masaryk 201, Polanco, Cidade do México.

Já imaginou fazer um safari à noite para ver de perto animais de hábitos noturnos? Em Singapura é possível!!

O Night Safari foi o primeiro zoológico noturno inagurado no mundo e é uma das principais atrações da cidade. Já levou, inclusive, o título de best visitor attraction experience. Leia mais aqui.

O parque fica um pouco afastado do centro da cidade, em uma área de preservação ambiental, e tem um jeitão de parque da Disney: várias lojinhas de bichinhos de pelúcia, artistas fazendo performances e funcionários sorridentes e simpáticos.

O passeio para visitar os mais de 1.000 animais pode ser feito a pé ou em um trenzinho (tram ride), cuja volta completa tem duração de 40 minutos.

Night Safari

Fotos: Reprodução. www.nightsafari.com.sg

Para caminhadas existem 4 trilhas diferentes: Leopard Trail, Fishing Cat TrailEast Lodge Trail e Forest Giantes Trails, todas bem sinalizadas. O grande destaque das trilhas são, respectivamente, os leopardos, o fishing cat (não sei especificar o nome desse animal em português), as hienas e os tigres da savana africana, além das árvores gigantes nativas de Singapura.

Night SafariNight SafariNight Safari

Fotos: Reprodução. www.nightsafari.com.sg

Chegamos no parque por volta de 20h e optamos por começar o passeio no trenzinho. Depois descemos na primeira parada, de onde seguimos as trilhas Leopard TrailFishing Cat Trail, conforme uma das sugestões de itinerário do parque.

Talvez pelo horário, havia longas filas para conseguir um assento no trenzinho. Demoramos entre 20 e 30 minutos. Em compensação, quando terminamos a trilha, cerca de 1 hora depois, não havia mais fila alguma.

Night Safari

Vimos alguns animais como as hienas, veados, leopardos, tamanduás e outros que nem sei o nome. Vimos também muitos morcegos. Para o meu desespero, eles deram um rasante quase em direção as nossas cabeças…

O que mais nos chamou a atenção foi o fato do parque ter sido projetado de forma que os visitantes não percebam que os animais estão cercados. Especialmente durante o tour no trenzinho, é difícil notar as grades que isolam os animais. Tem-se a sensação de que os animais estão livres em seu habitat natural. Tudo é muito bem cuidado.

O que nos decepcionou um pouco foi não ter visto tantos animais como anunciava o mapa entregue na entrada do parque. Como o parque é grande e escuro, fica difícil ver alguns deles. É preciso ter sorte.

Talvez uma solução para contornar esse problema seja fazer um safari tour, no qual as caminhadas são acompanhadas de guia. O preço é bem superior ao valor do ingresso comum, mas com os olhos treinados dos guias imagino que a chance de ver todos os animais aumenta muito. O ingresso tradicional custa SGD 32 (cerca de R$ 44) para adultos e SGD 21 (cerca de R$ 29) para crianças. Já os tours, com duração e 3 e 4 horas, custam, respectivamente, SGD 120 e 180 (cerca de R$ 166 a 248) para adultos; SGD 80 e 120 (cerca de R$ 110 a 166) para crianças.

Quem se interessar pelo tour, pode economizar um pouco utilizando os cupons de desconto existente nos livros de Atrações de Singapura (Singapore Attractions Guide) distribuídos gratuitamente nos Centros de Informação ao Turista, existentes no aeroporto e também espalhados pela cidade. Os endereços podem ser consultados aqui. No mês de outubro/2011 o desconto para o Safari Adventurer Tour era de 20%.

Night Safari Night Safari

Além das trilhas, o parque oferece shows como o Creatures of the Night Show, um espetáculo em que vários animais apresentam-se ao público em números ensaiados, e o Thumbuakar Perfomance, um show de dança e acrobacias com fogo. Assistimos apenas o primeiro e não gostamos muito, por ser um pouco infantil. Também achamos de mau gosto uma brincadeira que fizeram com uma moça da platéia. Perguntaram se ela tinha medo de cobra e, mesmo com a resposta afirmativa, colocaram uma cobra enorme no pescoço da menina e depois desligaram as luzes, deixando a menina sozinha – e no escuro – com a cobra. Ela gritou de tanto pânico e estava literalmente apavorada quando acenderam as luzes…

Night Safari Night Safari

Há opções de restaurantes no interior do parque, todos com decoração bem peculiar, como se estivéssemos realmente em um safari.

Night Safari Night Safari

Vale a pena conferir o vídeo que está no You Tube para ter uma boa ideia de como é o parque.

Imagem de Amostra do You Tube
Reprodução

Algumas últimas informações:

- Horário de funcionamento: diariamente de 19h30 a meia-noite. Os restaurantes abrem às 18h. Já às 19h começa o primeiro show do Thumbuakar Perfomance. A última entrada é às 23h.

- Preço do ingresso: Os ingressos com direito ao passeio de trenzinho custa SGD 32 (cerca de R$ 44) para adultos e SGD 21 (cerca de R$ 29) para crianças até 12 anos. Menores de 3 anos de idade não pagam. As visitas acompanhadas de guias – Safari Adventurer Tour – são mais caras. Consulte os preços aqui.  Caso pretenda também visitar o Singapore Zoo e o Jurong Bird Park, verifique os preços promocionais dos ingressos combo. Eles ficam mais em conta do que comprá-los separadamente. Os ingressos podem ser adquiridos na hora ou antecipadamente pela internet.

- Como chegar até o parque: Como em Singapura o transporte público funciona bem, é possível chegar ao Night Safari de ônibus ou de metrô. Há também o ônibus Singapore Attractions Express. Todas as informações podem ser consultadas no site do Night Safari. Optamos por ir de táxi e pagamos SGD 25 na ida (cerca de R$ 34) e na volta SGD 16 (cerca de R$ 22). Não faço ideia de como explicar a diferença de tarifa do táxi na ida e volta, já que fomos e voltamos para o hotel Marina Bay Sands.

- O que levar: Leve o mínimo de coisas possível. Se não conseguir, utilize os lockers. Vá com roupas leves, pois mesmo à noite costuma fazer calor. O parque também aconselha a utilização de repelente e de sombrinha ou capa de chuva, pois nunca se sabe quando vai chover em Singapura…

Quem nunca sonhou em se hospedar naqueles bangalôs sobre a água para comemorar a primeira, segunda ou décima lua de mel?

Minha irmã e meu cunhado acabaram de voltar da lua de mel no Tahiti e contam um pouquinho como foram os dias fascinantes naquele paraíso.

“Não sei se todos pensam como eu, mas, para mim, o roteiro de lua de mel deve ser diferente de qualquer outra viagem e sua escolha deve se pautar em critérios distintos.

Roteiros históricos e culturais? Acho que não. Passar o dia visitando monumentos e museus não me parece a escolha mais adequada para ocasião, embora também tenham seus momentos. Lugares badalados? Muito menos, a não ser que sua intenção seja festejar com seus amigos solteiros!! Disney? Eu quero ver alguém encontrar romantismo depois de passar o dia batendo pernas nos parques e ouvindo gritaria de crianças e adolescentes!

Na minha opinião, a ocasião exige um lugar único, de preferência exótico, que exale charme e romantismo, para que se torne de fato um momento inesquecível para os pombinhos. Pensando nisso foi que optamos em passar nossa lua de mel na Polinésia Francesa, também conhecida como Tahiti! Afinal que nunca sonhou em conhecer esse verdadeiro paraíso e se hospedar em um daqueles charmosos bangalôs sobre a água?

Pôr do sol em MooreaHotel Maitai

Hotel Maitai em Bora Bora

A brincadeira não é barata, mas garanto que vale cada centavo. Os pacotes tradicionais oferecidos pelas operadoras aqui no Brasil custam cerca de USD 5.000 por pessoa, com passagem e hospedagem de 7 dias nos famosos bangalôs das principais ilhas da Polinésia Francesa: Papeete, Moorea e Bora Bora. Há também a possibilidade de incluir no pacote alguns dias no Chile, em Santiago e/ou na Ilha de Páscoa, já que a maioria dos vôos que saem do Brasil com destino ao Tahiti passam necessariamente pelo vizinho sulamericano.

Outra alternativa para os recém casados é fechar tudo por conta própria, diretamente com as empresas aéreas e com os hotéis, opção esta que pode se apresentar mais econômica, mas que certamente vai demandar mais trabalho por parte dos viajantes. Aliás, esta foi a nossa escolha, já que optamos por passar alguns dias em Los Angeles, de onde saem vôos diretos para a Polinésia Francesa. Dessa forma fomos para os EUA pela Copa Airlines e de lá para o Tahiti pela australiana Qantas. Os vôos internos são operados pela Air Tahiti. Ficamos 10 noites, sendo 1 em Papeete, 5 e Moorea e 4 em Bora Bora. Se eu voltasse de novo, eu ficaria menos tempo e investiria mais nos hoteis. Acho que uma semana é o suficiente.

Todos os vôos internacionais chegam em Pappete, a capital da Polinésia Francesa. Trata-se de uma cidade relativamente grande, com uma boa estrutura e que certamente não se encaixa na imagem que todos nós fazemos do Tahiti, embora também tenha sua beleza. Quem quiser explorar o local certamente irá deparar-se com as diversas lojas que vendem as famosas pérolas negras, produto típico da região. Optamos apenas por dormir em Pappete e guardar as energias para os demais lugares. Escolhemos o hotel Tahiti Aiport Motel, que é perto do aeroporto e bem em conta. Não espere grandes coisas, a vantagem do hotel é mesmo a sua localização próxima do aeroporto.

Saindo de Papeete, o turista poderá chegar por via aérea em quase todas das paradisíacas ilhas que formam a Polisésia Francesa, das quais as mais famosas e que contam com a melhor estrutura de turismo são Moorea e Bora Bora. É possível ainda fazer a travessia de Pappete para Moorea por ferry boat. Aliás, os trajetos entre
as ilhas, seja pela via área ou pelo mar, são um espetáculo a parte, face
aos encantos naturais da região, que realmente são de encher os olhos.

Inevitável por parte dos visitantes é a comparação entre as ilhas,
principalmente entre Moorea e Bora Bora, sendo as preferências bastante
equilibradas. Tanto uma quanto ao outra são absolutamente deslumbrantes,
com águas cristalinas, uma diversidade incrível de fauna marinha e
paisagens de tirar o fôlego, formadas pelas lindas e exóticas montanhas que
formam o arquipélago.

Mirante em Moorea

Mirante em Moorea

Mergulho em Bora Bora

Bora Bora

O que eu pude perceber na verdade é que tudo vai depender muito do lugar onde o hotel fica situado, já que dentro de uma mesma ilha as condições naturais são muito diversificadas. Desse modo, considerando que o casal passará a maior parte do tempo curtindo o bangalô e a própria estrutura do hotel, recomendo que a escolha da hospedagem seja feita com bastante critério, observando-se atentamente as fotos disponibilizadas nos respectivos sites.

Os pacotes oferecidos pelas operadoras brasileiras geralmente trabalham com grandes resorts, como por exemplo, o grupo Intercontinental e o Sofitel. Todos estes são excelentes opções e ficam localizados em locais paradisíacos. Uma outra alternativa, com um ótimo custo benefício é o grupo Pearl Resorts. Ficamos no de Moorea e recomendamos! Todo no estilo polinésio, este hotel oferece um serviço de resort e bangalôs muito confortáveis, com uma paisagem de tirar o fôlego. Dizem que o de Bora Bora é ainda melhor.

Moorea Pearl Resort Piscina Moorea Pearl Resort

Um pouco mais simples, mas igualmente acolhedor, é o Hotel Maitai em Bora Bora, que também conta com bangalôs sobre a água. É uma opção mais ecônomica (se dá pra chamar de econômica uma diária em torno de R$ 1000) em relação aos outros citados, e que certamente não conta com o mesmo luxo e a mesma paisagem.

Hotel Maitai Hotel Maitai

Seja qual for a hospedagem escolhida, sugiro adquirir garrafas de champagne no freeshop. Com certeza, para completar com requinte esse momento único, nada melhor do que um bom espumante. Se o bangalô tiver uma mesa com fundo de vidro para observar o fundo do mar, melhor ainda!

Bangalo Moorea Pearl Resort

A Polinésia oferece ainda uma infinidade de passeios e atividades para que o visitante interaja ainda mais com o paradisíaco ambiente. A grande visibilidade proporcionada pela água e a imensa riqueza de peixes e outros animais marinhos são um convite para o mergulho e outras atividades submarinas.

Só com o snorkel, já é possível desfrutar de uma visão incrível sem ir muito longe ou mergulhar muito fundo, nas proximidades do próprio bangalô. Aliás, praticamente todos os hotéis oferecem gratuitamente o equipamento necessário. Outra possibilidade disponibilizada sem custos pelos hoteis é o caiaque. É simplesmente indescritível ver o pôr do sol de dentro do caiaque após remar alguns metros em direção ao oceano.

Passeio de caiaque em Moorea

Dos passeios pagos, eu recomendaria o piquenique nas Motu (pequenas ilhas paradisíacas), onde o turista chega após um passeio deslubrante de barco em que é possível conhecer grande parte da costa.

Passeio na Motu em MooreaMoorea

Os diversos tons de azul das águas impressionam

Este passeio inclui ainda um incrível mergulho com tubarões e arraias em plena natureza, em que os animais são alimentadas pelo guia. É simplesmente sensacional! Os tubarões nadam do seu lado e é possível acariciar as arraias, que são muito dóceis.

Mergulho em Bora Bora Bora Bora Mergulho com arraias Mergulho com tubarões

A vida noturna do Tahiti é praticamente inexistente. De fato, o perfil dos visitantes restringe-se a casais e famílias. Não há bares e boates, mas apenas restaurantes. Aliás, umas experiência gastronômica imperdível é o jantar no famoso Blood Mary’s em Bora Bora. A decoração praiana à luz de vela é simplesmente linda e a comida sensacional! O cardapio vivo, cuja especialidade são peixes e frutos do mar é exposto ao cliente logo na
entrada, que escolhe ali mesmo o menu desejado. Recomendo o marlin grelhado: delicioso!!! É um peixe de carne vermelha, servido em posta alta, meio cru por dentro. Vale a pena experimentar!

Enfim, são estas as dicas que tinha para dar com base na nossa maravilhosa experiência na Polinésia Francesa, um lugar, que com certeza lembrarei para sempre! Espero que possam ajudar! Boa viagem!”

Pôr do sol Bora Bora

Pôr do sol em Bora Bora

Texto e fotos por Gustavo Nabuco

Localizada na Riviera Maya, ao sul de Cancun, a cidade de Playa del Carmen há muito já deixou de ser um simples e desconhecido vilarejo. O lugar é badaladíssimo e point principalmente dos europeus e canadenses, na faixa dos 30 anos de idade. Brasileiros, canadenses e americanos também estavam por todos os lados.

No Reveillon, opções de festas não faltaram por lá. Todas as incontáveis boates da Calle 12, como o CoCo Bongo, Palazzo e Mandala, assim como os restaurantes e bares da 5a. Avenida, e até alguns hotéis, tiveram a sua festa. Música eletrônica, pop, salsa e até… Michel Teló! A escolha ficava a cargo do freguês.

Reveillon Playa del Carmen

Optamos por uma festa pé na areia e escolhemos o Fusion, um bar na praia, localizado no final da Calle 6, com suas charmosas mesinhas a luz de velas.

Reveillon Playa del CarmenFusion Beach Club

Não levei a câmera fotográfica para o Reveillon. As fotos acima foram tiradas no dia anterior

Havia buffet de comida e open bar (preço do ingresso: USD 150). A comida estava boa e não faltou bebida. Vodka, tequila, vinho, margarita…

Duas bandas ao vivo se apresentaram por lá. Uma de salsa e outra de música latina. Também teve uma apresentação de dança do ventre e uma mini queima de fogo, que não deve ter durado mais de um minuto. Na hora da virada todos receberam espumante para brindar, além de chocalhos e outros instrumentos barulhentos para festejar o ano novo.

Gostamos bastante! O lugar estava bem cheio, mas não muvucado. Havia mais casais e grupos de amigos. Quem preferiu azaração forte, optou pelo BPM, um festival de música eletrônica, e pelas boates da Calle 12.

Depois de ouvirmos muita salsa, saímos em direção à 5a. Avenida, a rua mais importante da cidade, e encontramos um multidão de pessoas concentrada essencialmente nas Calles 10 e 12. A animação era tanta que duvido que as festas tenham acabado antes do sol raiar!

E, como estávamos no México, o clichê era inevitável. Terminamos a noite festejando com os amigos, embalados por shots de tequila. Feliz 2012 a todos!

Playa del Carmen

Bali é uma das várias ilhas da Indonésia. Sua extensão territorial não é das maiores, mas o trânsito caótico e engarrafado faz com que pequenas distâncias se transformem em longos trajetos. Para piorar, as pistas são, em geral, de mão única. Nas curvas, é comum ver os carros buzinarem, pois, afinal, em uma mesmíssimo espaço nem sempre cabem os pedestres, os carros, as bicicletas, as motocicletas, as galinhas e… as oferendas.

Aliás, motos é o que não faltam por lá em razão do baixo custo do aluguel.

As incontáveis motos de BaliAs incontáveis motos de Bali As incontáveis motos de Bali

Em um dia de trânsito pesado, gastamos mais de 1h para percorrer menos de 20km entre as praias de Seminyak e Jimbaran. Para irmos de Ubud até Tulamben, no norte da ilha, levamos 2h30 de carro, sem trânsito. Já para ir de Seminyak a Ubud, gasta-se entre 1 e 2h, a depender do trânsito.

Mapa de Bali

Reprodução.

Por conta disso, o interessante é ficar hospedado em pelo menos duas cidades, em uma viagem de 8 – 9 dias. Mesmo com todo o trabalho de arrumar as malas e fazer check in/check out, é preferível montar bases em lugares distintos a aguentar o extress do trânsito.

Opções de hospedagem não faltam. É possível encontrar bed & breakfast de menos de USD 20, como também hotéis mega-super-hiper-ultra luxosos com diárias superiores a USD 1.000.

Uma sugestão é começar o roteiro com uma hospedagem nas praias Sanur, Nusa Dua, SeminyakJimbaran ou Uluwatu. Além de estarem próximas do aeroporto de Denpasar, é uma boa forma para começar a entender os costumes locais, guardando a imersão cultural em Ubud para o final.

Sanur é uma praia tranquila, muito procurada por famílias. Nusa Dua é famosa pelos resorts de grandes redes internacionais. Seminyak é epicentro hippie chic de Bali, com muitas boutiques moderninhas, beach clubs sensacionais e vida noturna animada. Os preços, em geral, são um pouco mais inflacionados. Jimbaran é famosa pelo seafood barbecue (churrasco de frutos do mar) e por alguns resorts isolados que parecem surreais. Uluwatu é a queridinha dos surfistas!

Fica o registro de que as praias de Bali não as mais lindas do mundo, mas, convenhamos, a mistura de praias com templos e massagens balinesas ao pôr do sol é irresistível!

Depois de curtir o litoral, vá para o interior da ilha se encantar com Ubud, o refúgio cultural de Bali. Visite mais templos, conheça galerias de arte, caminhe nos campos de arroz, faça um curso de culinária, confira um espetáculo de dança típica, medite, faça yoga e, enfim, entregue-se ao dolce fair niente balinês (com direito a mais massagem!). Programação não falta!

Outros passeios igualmente interessantes são escalar o Mount Batur, mergulhar em Tulamben e nadar com os golfinhos em Lovina. Todos esses lugares ficam distantes de Ubud, mas é possível fazer passeios bate-e-volta. Caso prefira, também é possível se hospedar perto desses lugares.

Nós, particularmente, ficamos 4 dias em Seminyak, no The Colony Hotel e 5 dias em Ubud, no hotel Villa Sabandari. Gostamos demais dos hotéis! Depois vou dedicar um post para cada um deles… Os preços eram razoáveis e a estrutura excelente. A divisão dos dias em cada um dos lugares também agradou, embora tenhamos ficado com vontade de ficar mais alguns dias em Bali.

Veja aqui a lista de alguns hotéis:

Categoria charmosos, sem frescuras

- Sanur: Sunhouse Guest House. Essa pousada foi uma indicação das queridas @senzatia e @criscampos, autoras do Senzatia e No place like here. As fotos são super charmosas. São apenas 7 quartos, localizados a uma curta caminhada da praia. Os quartos têm ar condicionado, wi fi e incríveis tarifas a partir de USD 28. Reserve com antecedência. Quando tentei reservar, já não havia disponibilidade…

Sunhouse Guest House

Foto: Reprodução. http://www.balisunhouse.com/

- A Adriana Setti, autora do blog Achados, também dá dicas de pousadas “ridiculamente boas, bonitas e baratas em Bali”, como ela mesma chama, em Seminyak, Ubud, Tulamben e Nusa Lembongan. Acesse aqui.

Categoria lindos e acessíveis

- Seminyak: The Colony Hotel, onde nos hospedamos. É um hotel boutique, com apenas 20 quartos, todos muito bem decorados. A localização é ótima, apesar de não ser de frente para a praia. Fica a uma curta caminhada dos beach clubs Potato Head e Ku Dé Ta. As diárias são a partir de USD 165.

The Colony Hotel - Seminyak

- Sanur: Griya Santrian. Localizado na praia de Sanur, esse hotel parece uma boa opção para quem quer ficar quase na areia da praia. As fotos do site são bem interessantes. E o valor também: a partir de USD 110.

Griya Santrian

Foto: Reprodução. http://www.santrian.com/griya/

- Ubud: Villa Sabandari, onde também nos hospedamos. É a pousada com melhor cotação em Ubud pelo Trip Advisor. E com razão: o lugar é belíssimo! A pousada tem apenas 6 quartos e fica bem em frente a um arrozal. Da piscina de borda infinita é possível ficar observando o movimento dos trabalhadores no campo. O café da manhã e o chá da tarde, já incluídos no preço, são servidos na varanda do quarto. Como o dono é belga, a diária é cobrada em euros - € 150 a diária.

Hotel Villa Sabandari - Ubud

- Ubud: Alan Indah. As acomodações parecem tipicamente balinesas. Simples e acolhedoras. Gostei bastante da fotos. A diária é de USD 85. Tentei fazer a reserva por lá, mas já estava lotado.

Alam Indah

Fotos: Reprodução. http://www.alamindahbali.com/accomodations.htm

Categoria Upscale – Lua de mel

- Uluwatu: Bulgari Hotel & Resort Bali. É um dos pouquíssimos hotéis da renomada marca internacional Bulgari. Fica no alto de um penhasco bem frente ao mar. As fotos são matadoras. E o preço idem: USD 800, no quarto mais simples.

Bulgari Hotel & Resort Bali

Foto: Reprodução. http://www.bulgarihotels.com/en-us/bali/the-resort/overview

- Ubud: Viceroy Bali. Os quartos e a piscina de borda infinita com vista para a mata parecem sensacionais. As diárias começam em USD 590.

Hotel Viceroy Bali

Foto: Reprodução. http://www.viceroybali.com

- Ubud: Uma Ubud. A integração do hotel com a vegetação nativa é o destaque. As diárias começam em USD 260 e podem passar de USD 500 para quartos com piscina privativa.

Uma Ubud Uma Ubud

Fotos: Reprodução. http://www.uma.ubud.como.bz/

- Jimbaran: Ayana Resort. O resort é enorme e fica no alto de um penhasco de frente à praia. Visitamos o Rock Bar, um bar modernoso em cima das pedras, quase no mar. A estrutura do hotel nos parece interessante. É bem indicado para quem busca momentos de sossego, já que o hotel fica realmente isolado do burburinho.

Ayana Resort - Jimbaran Ayana Resort - Jimbaran

Uma dica para quem quer se hospedar nos hotéis upscales de Bali pagando um pouquinho menos: sites como Zarpo, Jetsetter e Snique Away oferecem, volta e meia, descontos nas diárias desses hotéis. Os descontos não chegam a tornar o preço uma pechincha, mas podem ser uma ajudinha para quem adotar a política do “eu mereço”.

Vale a pena conferir também o aplicativo sobre Bali do site Travelfish (USD 2,99), disponível para Iphone e Ipad, que contém ótimas sugestões de itinerários, além de dicas de hotéis e restaurantes.

Vai viajar e precisa de seguro de viagem?

Indicamos a Mondial Assistance. Já utilizamos os seus serviços e aprovamos (leia o relato aqui).

Como nos meses anteriores, para ganhar 15% de DESCONTO na compra do seguro de saúde da Mondial Assitance, basta efetuar a compra através deste link e digitar o código  16-455E-ACCC-BA92DE5865D7 no campo cupom de desconto.

A compra pela internet é rápida e segura. Lembre-se de ter em mãos as informações quanto ao destino e lugar de origem, o período da viagem e a idade dos passageiros (se inferior ou não a 70 anos). São dados necessários para a concretização da compra do seguro de viagem.

O desconto é válido até 31/01/2012. A compra pode ser parcelada em até 6x sem juros.

Milagres não existem. Todavia, mesmo voando na classe econômica, é possível receber um tratamento especial, digno de primeira classe, ainda que seja entre uma conexão e outra.

Em muitos voos internacionais, especialmente para destinos mais distantes, é comum fazer conexões longas – 3, 5 ou, quem sabe, 8 horas. Algumas vezes dá até para deixar o aeroporto e conhecer a cidade, fazer um city tour ou tirar uma soneca nos hotéis cápsulas. Contudo, na maioria das vezes, o tempo é insuficiente. Nesses casos, uma boa solução são os lounges ou salas VIP.

A grande vantagem dos lounges é a possibilidade de relaxar e fugir um pouco do estresse, do caos e da muvuca dos aeroportos. Há cadeiras e confortáveis sofás, inclusive para deitar e ver TV. Internet wi- fi e computadores são sempre serviços essenciais. Sempre contam também com diversas revistas e jornais, além de comidas e bebidas – alcoólicas ou não – para se servir à vontade. Os banheiros são bem diferenciados. Além de mais espaçosos, muitos contam com chuveiros.

Alguns cartões de crédito conferem acesso a salas VIP. Entretanto, mesmo sem eles, é possível ter acesso aos lounges pagando uma taxa pela utilização (day pass), que, em geral, varia entre USD 30 e 50. Confira o site Salas Vip, que contém a descrição e preços do day pass de lounges no Brasil e no exterior.

Outra opção é se cadastrar em planos anuais que permitem acesso a vários lounges, como, por exemplo, o Priority Pass, cujos planos de fidelização para acesso a lounges no mundo inteiro variam de USD 99 a 399. São mais indicados para aqueles que viajam com muita frequência.

A nossa experiência? Entre um voo de cerca de 12h de Hong Kong até Joanesburgo e outro voo de quase 11h entre Joanesburgo e Guarulhos, fizemos uma conexão de mais de 4h no aeroporto O. R. Tambo em Joanesburgo, na África do Sul. Resolvemos passar o tempo de conexão no lounge Shongololo, que fica no embarque internacional do aeroporto de Joanesburgo. Pagamos uma taxa de USD 40 por pessoa e achamos que valeu o custo.

A decoração do lugar é bem charmosa. Há vários ambientes, alguns com sofás confortáveis, outros com mesas e outros adaptados para quem quer assistir TV ou utilizar o computador.

Shongololo LoungeShongololo Lounge Shongololo Lounge Shongololo Lounge Shongololo LoungeShongololo Lounge Shongololo LoungeShongololo Lounge

Para os lanches disponíveis, já incluídos no preço do day pass, havia sanduíches quentes e frios, bolos, pães diversos, biscoitos, salgadinhos, além de refeições como sushi, sopa, pasta e saladas.

Shongololo LoungeShongololo Lounge Shongololo Lounge

Quanto às bebidas, havia sucos, refrigentes, cervejas, espumantes, vinhos, cafés…

Shongololo Lounge Shongololo Lounge

O consumo dos lanches e bebidas é self service e ilimitado.

O banheiro também agradou bastante. Havia três banheiros privados com chuveiros. Para utilizá-los, basta pegar a chave na recepção, que eles já disponibilizam as toalhas. Tudo estava bem limpinho.

Shongololo Lounge

Um banho foi providencial para revigorar as energias antes de encarar outro voo tão longo.

No lounge da Star Alliance no aeroporto Heathrow em Londres também há banheiros com duchas.

Banheiro do lounge Star Alliance

Já que o assunto é sala VIP, deixo aqui também as fotos do igualmente agradável BMI Lounge no aeroporto Heathrow, quando voamos de Lufthansa.

Lounge BMILounge BMI Lounge BMI

Conclusão: as salas VIP são um luxo acessível que podem fazer toda a diferença, especialmente nas conexões de voos longos.

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