É difícil encontrar adjetivos que definam a beleza singular de Florença.

A cidade é quase um museu a céu aberto, repleta de obras de arte e referências ao período renascentista. Para onde se olha, é possível encontrar uma estátua, um monumento, um edifício suntuoso, um palácio. E, para completar, Florença é uma cidade fotogênica. Qualquer que seja o ângulo, a fotografia fica maravilhosa.

Porém, é do alto do mirante da Piazzale Michelângelo que as fotos ficam escandalosamente bonitas.

Piazzale Michelangelo

A Piazzale Michelângelo fica do lado esquerdo do Rio Arno, em uma área mais elevada. De lá é possível avistar o majestoso e imponente Duomo,

Piazzale Michelangelo

Piazzale Michelangelo

a Ponte Vecchio cortando o Rio Arno,

Piazzale MichelângeloPiazzale Michelângelo

além das ruínas das muralhas da cidade.

Piazzale Michelangelo

Tenho que dizer que a praça Michelângelo, por si só, é bem sem graça. Há algumas réplicas de estátuas de Michelângelo e também barraquinhas com souvenirs e lanches para atrair os turistas. O que vale mesmo é a vista, que, aliás, na minha opinião, é a vista mais bonita de Florença.

Piazzale Michelangelo

No andar inferior da praça, há um restaurante com terraço panorâmico. Apreciar uma taça de vinho com essa vista não é nada mal…

Piazzale MichelângeloPiazzale Michelangelo

Fiquei com vontade de visitar a praça à noite. Dizem que a paisagem fica deslumbrante com os monumentos do centro histórico iluminados.

 

Informações úteis

É possível chegar à Piazzale Michelângelo de carro/ônibus ou a pé. O jeito mais tranquilo (e sem esforço) é de carro/ônibus, seguindo pela Viale Michelangelo. Se optar pelo transporte público, pegue os ônibus de número 12 ou 13 na Estação de Trem Santa Maria Novella.

Para quem vai a pé, o acesso é feito pelas escadas ou pelas rampas da Piazza Giuseppe Poggi ou pela Via del Monte alle Croci. Essa foi a nossa escolha. O trajeto que fizemos – da igreja Santa Maria Novella até o mirante – durou em torno de 30 minutos.

Prepare o fôlego, pois a caminhada é, em grande parte, morro acima. A parte boa é que, durante o percurso, dá para sentar em um dos vários restaurantes que ficam no caminho ou ainda descansar no Giardino delle Rose (Jardim das Rosas), para apreciar as flores e a vista.

 

Piazzale Michelângelo

Giardino delle Rose

Se decidir voltar a pé também, vale a pena testar as dicas de uma amiga que morou em Florença*. Ela super elogiou o restaurante I Tarocchi (End: Via dei Renai 12/14). Segundo ela, foi ali que ela comeu o melhor molho pesto e a melhor panacotta. Se preferir bar, ela sugere o Zoe (End: Via dei Renai 13 r) ou o Negroni Bar (End: Via dei Renai 17 r). Durante o happy hour, é possível aproveitar o buffet grátis, onde você só paga a bebida. Todos os três lugares ficam próximos à Ponte alle Grazie. Tentamos ir no restaurante, mas infelizmente estava fechado (segunda-feira).

 

* Deixo aqui meus agradecimentos à querida amiga Grazi Picinin, que meu passou a dica da Pizzale Michelângelo e outras tantas de Florença.

 

Tablet? Notebook? Desktop? Qual é o seu computador?

Até alguns dias atrás, eu me definiria como “applemaníaca”. Tinha tudo (ou quase tudo) da Apple. Entretanto, a convite da Intel, resolvi testar o Ultrabook Intel Lenovo Yoga 2 em 1.

Le Novo Intel

A cor laranja vibrante, a possibilidade de utilizar a máquina como tablet ou laptop, além da tela touch screen, me motivaram a reaprender a trabalhar com o sistema Windows, o que acabou se provando rápido.

Le Novo IntelLe Novo Intel

Após me familiarizar, posso dizer que me surpreendi com algumas ferramentas do Windows 8.1, em especial a nova versão do MSN Viagem (antigo Bing Travel).

O aplicativo é em português e funciona como um guia de viagem super completo. Por lá é possível encontrar matérias sobre destinos, ferramentas de viagens (o usuário pode comparar preços de companhias aéreas e hotéis e já fazer a reserva), ideias de viagens, além de notícias relacionadas a turismo.

Msn ViagemMsn ViagemMsn ViagemMsn Viagem

Caso já tenha um destino em vista, você procurar por este destino através do buscador e, a partir daí, é só começar a sonhar com a viagem. Na tela aparece o mapa do lugar, a conversão da moeda do destino para real, a temperatura local, além das listas das principais atrações, hotéis e restaurantes segundo os renomados sites Michelin, Trip Advisor, Frommer’s e Lonely Planet.

Msn Viagem

A integração do aplicativo com sites como TripAdvisor e Lonely Planet, por exemplo, é, na minha opinião, o grande trunfo do programa, já que facilita demais a vida do usuário.

Então fica a dica: o Msn Viagem é uma ótima ferramenta na hora de organizar a viagem. O melhor de tudo é que o serviço é gratuito, fácil de usar, a interface é bem interessante e tem muitas fotografias legais, inclusive 360 graus.

Ficou curioso? Então acesse http://www.msn.com/pt-br/viagem

 

Intel

 

* O Intel Brazil Influencer Program é um programa de relacionamento da Intel com blogueiros e influenciadores. O Nós no Mundo, ao integrar o programa, busca divulgar novos aplicativos e tecnologias associadas a viagem.

 

 

Em um passeio despretencioso pela Alameda Itu, encontramos a Kukla Cookies.

O lugar logo nos chamou a atenção pelo jeito charmoso e decoração acolhedora. Não resistimos e já ficamos com água na boca ao entrar. Diversos doces e bolos estão delicadamente expostos na entrada. É difícil escolher o que experimentar…

Kukla CookiesKukla Cookies

Além de doceria, arriscaria a dizer que o lugar também é um bistrô, ou seja, um pequeno restaurante, com comfort food e preços acessíveis.

O colorido quadro negro da entrada informa os pratos do dia, mas, se preferir, há também os pratos do cardápio. São pouquíssimas mesas que ficam na parte do fundo do restaurante, quase escondidas.

Kukla Cookies

Não deixe de reparar no papel de parede: receitas francesas com um charme retrô…

Kukla Cookies

O atendimento é excelente e o nosso prato – um galeto com salada verde (R$ 38) – era simples, mas, ao mesmo tempo, delicioso.

Kukla CookiesKukla Cookies

Para a sobremesa, macios e saborosos muffins. Quase escolhi o mini cheesecake que estava tentador…

Kukla CookiesKukla Cookies

Enfim, é um ótimo lugar para fazer um lanche rápido, seja ele doce ou salgado.

End: Alameda Itu, 1306, Jardin. São Paulo

www.kuklacookies.com.br

 

O nome pode ser estranho e difícil de pronunciar – Kinderdijk (leia-se quinderdique) – mas aposto que se você viajar para a Holanda esse vai ser um nome que você nunca esquecerá. É que nessa cidadezinha, situada próxima a Rotterdam, é possível visitar os famosos moinhos de vento, uma das grandes atrações da Holanda.

É a maior concentração de moinhos antigos da Holanda. São 19 no total, todos construídos no século XVIII. O cenário é lindíssimo e a área é Patrimônio da Humanidade pela Unesco.

De Amsterdam a KinderdijkDe Amsterdam a KinderdijkDe Amsterdam a Kinderdijk

Os moinhos foram construídos para evitar as inundações frequentes, já que a região fica abaixo do nível do mar. Numa linguagem bem simples, os moinhos utilizam a força do vento para retirar a água e drenar o solo. Para manter a terra livre de inundações, além dos moinhos, existe um sistema de diques, represas e canais para coleta da água.

Atualmente, os moinhos foram substituídos por um sistema automatizado de bombeamento de água. No entanto, os moinhos se encontram em boas condições de uso e alguns poucos ainda funcionam. Outra curiosidade é que famílias responsáveis pela conservação e manutenção dos moinhos, até hoje, residem dentro deles.

 

O que fazer em Kinderdijk

A maior atração por lá é mesmo admirar e fotografar os moinhos, que ficam todos reunidos em uma mesma área e alinhados em duas fileiras.

De Amsterdam a KinderdijkDe Amsterdam a KinderdijkDe Amsterdam a Kinderdijk

É proibido o tráfego de veículos no local. Por isso, o passeio é feito de bike ou a pé.

Um dos moinhos foi convertido em museu, o Museummolen Nederwaard. No museu você pode entender melhor como funciona um moinho e também ver como as pessoas responsáveis pela conservação do moinho moram ali. Dá até para conversar com os seus moradores (the miller, ou moleiro, em português), para saber como é essa experiência de morar em um moinho.

Um pouco mais distante do eixo dos moinhos principais, fica o Museu Blokweer, que oferece vídeos educativos e ainda tem atração especial para crianças e adultos, que recebem macacões e botas para se vestirem como os moleiros.

 

Como chegar

Kinderdijk fica a 16 km de Rotterdam, a segunda maior cidade da Holanda, e a 90km de Amsterdam.

É possível utilizar transporte público para chegar até Kinderdijk. Se estiver hospedado em Amsterdam, trem, metrô e ônibus são as melhores opções. Pegue o trem em Amsterdam Centraal e vá até a estação Rotterdam Centraal (45 minutos de viagem).

De Amsterdam a Kinderdijk

Na estação Rotterdam Centraal pegue o metrô até Rotterdam Zuidplein e de lá pegue o ônibus 90 (Utrecht) com destino a Alblasserdam. Esse ônibus para na entrada do parque de moinhos (World Heritage Kinderdijk site). 

Para facilitar o planejamento do percurso, utilize o site http://9292.nl/en. Ali é possível programar toda a viagem, inclusive com a indicação dos horários de trens e ônibus, além das plataformas de embarque. É uma mão na roda!

Outra opção é seguir de trem até Rotterdam e depois pegar o waterbus até Kinderdijjk. Foi essa a opção que escolhemos (e, particularmente, não gostamos muito, como narramos no item abaixo). A saídas dos barcos fica ao lado da famosa ponte Erasmus Bridge.

De Amsterdam a KinderdijkDe Amsterdam a Kinderdijk

Para chegar até lá, pegue o metrô na estação Rotterdam Centraal e desça na estação Leuvehaven. Aí é só caminhar até a Erasmus Bridge, que é bem próxima.

De Amsterdam a Kinderdijk

Mais informações sobre o waterbus no site www.kinderdijk.com/route_parking/waterbus

 

O que fizemos e NÃO faríamos novamente

Escolhemos ir de trem até Rotterdam e de lá pegamos o waterbus até Kinderdijk. A viagem de trem foi excelente. Trens pontuais, eficientes e com direito a uma paisagem de tulipas a perder de vista durante a primavera (nossa viagem foi no início de maio).

De Amsterdam a KinderdijkDe Amsterdam a Kinderdijk

O problema foi o waterbus de Rotterdam até Kinderdijk. Particularmente, não gostei e explico o porquê.

O barco é confortável. Tem área coberta e um deck aberto, além de uma pequena lanchonete e banheiros.

De Amsterdam a KinderdijkDe Amsterdam a Kinderdijk

O problema é que a viagem de barco dura quase uma hora para ir e mais quase uma hora para voltar. No começo a paisagem é interessante, pois é possível ver a paisagem de Rotterdam. Porém, logo em seguida, a paisagem já fica sem graça. E na volta é o mesmo caminho…

Ao chegar no pier de Kinderdijk é necessário ir caminhando até o parque de moinhos. A caminhada dura em torno de 15 minutos.

O grande ponto negativo, contudo, é o tempo reduzido que se tem para visitar os moinhos. Quem chega de barco tem apenas 1 hora para visitar o parque de moinhos. É muito pouco tempo para explorar a região. Não conseguimos visitar nenhum dos museus e muito menos alugar uma bike para passear.

O que faríamos diferente? Iríamos de trem até Kinderdijk e passaríamos uma manhã ou uma tarde por lá. Alugar uma bike ou fazer um passeio rápido de barco pelos canais também estariam entre as opções. No resto do dia, aproveitaríamos para passear em Rotterdam.

De Amsterdam a Kinderdijk

 

Horário de funcionamento e preços

Não é preciso pagar para caminhar ao redor dos moinhos, mas é cobrada a entrada para visitar os museus.

O parque de moinhos fica aberto diariamente, todos os meses do ano. Os museus, contudo, têm horários específicos de funcionamento, como mostra a foto abaixo.

 

De Amsterdam a Kinderdijk

Visitamos Kinderdijk na primavera e adoramos. A temperatura estava amena, em torno de 13-15 C. A área é bem aberta e costuma ventar. Por isso, não esqueça o casaco. No inverno, dizem que o solo fica coberto de neve e é possível patinar no gelo…

 

Mais informações

Para mais informações, consulte os sites: www.kinderdijk.comwww.kinderdijk.org

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Eram 21h20. Chegamos na estação Termini, em Roma, com trinta minutos de antecedência para pegar nosso trem noturno para a Sicília.

Compramos um sanduíche e um vinho para passarmos bem a noite. Em seguida, identificamos a plataforma de saída do nosso trem e vimos que o trem já estava a postos.

Trem para a Sicilia

Essa, aliás, é a maravilha de viajar de trem: estação bem localizada e de fácil acesso, nada de atrasos, nada de raio X, nem de longas filas para entrar. E a pontualidade costuma ser britânica. Apesar de que na Itália não é uma regra assim tão levada à risca…

O nosso era o InterCity Notte 1955, da Trenitalia, a principal companhia de trens italiana, com destino a Taormina-Giardini, na Sicília.

O trem noturno é dividido em cabines camas e vagões apenas com poltronas reclináveis. As cabines camas podem individuais (posto singolo), duplas (posto doppio), triplas (compartimento 3 letti) e quádruplas (cuccette C4 confort). Há a opção de ficar com pessoas desconhecidas na mesma cabine (e, nesse caso, as cabines são divididas em só para homens, só para mulheres e mistas) ou somente com pessoas do mesmo grupo (nesse caso, deve-se marcar a opção compartimento intero na hora da compra).

A nossa cabine era a posto doppio, compartimento intero. O espaço é realmente minúsculo. A parte boa é que tudo é realmente bem funcional. Em dos cantos há pia, com toalheiro. No outro há um mini-cabideiro. Há um espaço ainda para colocar as malas, na parte superior das camas (leve pouca mala ou você não conseguirá andar pela cabine…). Não é necessário se preocupar com roupa de cama. Há lençois e toalhas limpas disponível para os passageiros. Também é entregue aos passageiros uma mini-necessarie com itens básicos de higiene pessoal.

Trem noturno para TaorminaTrem noturno para TaorminaTrem noturno para Taormina

O inconveniente, porém, é não ter banheiro nas cabines. Em caso de necessidade, utilize o banheiro comum do vagão. Importante: não há chuveiros.

Trem noturno para Taormina

A viagem durou 10 horas. O trem sacode um pouquinho, mas confesso que foi o balanço que me fez dormir mais rápido (rsrs).

Durante o percurso, o trem faz algumas paradas rápidas, mas não chegam a atrapalhar. Estava com tanto sono que nem cheguei a acordar. Para não dormir além da hora, aliás, convém colocar o despertador.

Quando vimos, já estava um dia lindo e o trem passava bem próximo ao mar. Era uma paisagem linda!

Trem noturno para TaorminaTrem noturno para Taormina

Logo em seguida, um dos funcionários do trem bateu em nossa cabine para deixar o café da manhã. Era uma cestinha com iogurte, suco e sanduíche. O lanche veio bem a calhar, já que no trem não havia vagão restaurante.

Pouco tempo depois já estávamos em Taormina, nosso local de desembarque.

Trem noturno para TaorminaTrem noturno para Taormina

Dê lá seguimos de ônibus até o terminal de ônibus de Taormina e depois caminhamos empurrando as malas até nosso local.

Trem noturno para TaorminaTrem noturno para TaorminaTrem noturno para Taormina

Foi econômico (economizamos uma noite de hotel), divertido e ainda dormimos bem. Recomendo!

Informações úteis:

As passagens de trem na Itália podem ser compradas pela internet pelo site http://www.trenitalia.com, ou pessoalmente nos guichês e máquinas de autoatendimento.

Dependendo do trajeto, é recomendável comprar o bilhete com antecedência, especialmente se tiver interesse em ficar em alguma cabine específica nos trens noturnos.

Compramos os bilhetes pela internet e não tivemos qualquer problema. Não é necessário trocar o comprovante da internet por qualquer bilhete. Basta a impressão do comprovante da compra on line.

O bilhetes custam, em média, a partir de 50 euros, por pessoa, para o trajeto que fizemos. No caso de cabine para duas pessoas (posto doppio intero), o preço sobe para cerca de 79 euros por pessoa.

Nem só de boa prosa e pão de queijo é feito o final de semana na Capital mineira. Há diversas opções culturais, históricas, gastronômicas e também opções românticas.

Mordomia e romantismo, aliás, não faltam no Royal Golden Hotel. Ficamos hospedados na suíte mais luxuosa do hotel e fomos recebidos com flores, bombons de doce de leite e amenities da marca francesa L’Occitane.

Royal Golden

Royal GoldenRoyal Golden

Os quartos do hotel foram renovados recentemente. E os quartos da categoria luxo superior impressionam pelo espaço e também pela convidativa banheira de hidromassagem na área externa.

Royal Golden

Royal Golden

Royal Golden

Royal Golden Hotel

Royal Golden

Há até espreguiçadeiras e um jardim de inverno!

Royal Golden

A cama de casal é king size e o enxoval da cama é especial.

Royal Golden

O banheiro é pequeno, mas confortável e funcional.

Royal Golden

Há ainda uma mini-copa com microondas e pia de apoio.

Royal Golden Hotel

No segundo andar do hotel, mesmo andar das suítes de luxo, ficam a piscina, a sala de ginástica e a sauna. Para quem curte nadar, a piscina semi-olímpica é um grande atrativo. É difícil encontrar piscinas desse tamanho em hotéis. Pena que não é aquecida.

Royal Golden HotelRoyal Golden Hotel

O café da manhã é servido no mezanino. O lugar do café é claro e bem agradável. Dá para sentar ao lado das grandes janelas para ficar observando o movimento da Savassi. A variedade de itens também agradou muito. Contei uns 5 ou 6 tipos de sucos diferentes…

Royal Golden

Royal Golden

A localização é outro ponto alto do hotel. Fica na rua Rio Grande do Norte, entre as ruas Santa Rita Durão e Cláudio Manoel, bem no burburinho da Savassi. Dá para fazer diversos passeios a pé. O Shopping Pátio Savassi, por exemplo, fica a uma curta caminhada. Para almoçar sem ter que pegar carro, por exemplo, dá para ir caminhando até o tradicional restaurante Maria das Tranças, famoso pelo mineríssimo frango com quiabo.

Enfim, a nossa estadia foi bastante agradável e a equipe do hotel extremamente atenciosa.

Pontos altos:

- Localização excelente, seja para quem viaja a Belo Horizonte a turismo ou a trabalho.

- Os quartos foram reformados recentemente e têm decor moderno. São espaçosos e têm copa com pia de apoio e microondas.

- A banheira de hidromassagem na área externa do quarto inspira romantismo. E o mimo fica por conta dos amenities da marca L’Occitane.

- A equipe do hotel foi extremamente atenciosa. Foram os pequenos detalhes que fizeram a diferença, como as flores e os bombons.

Pontos negativos:

- A academia é pequena e a piscina não é aquecida.

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As diárias do hotel começam em R$ 170,00. Mais informações no site: http://www.royalgolden.com.br

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* O Nós no Mundo se hospedou no Royal Golden Hotel a convite da rede Royal Hotéis.